Publicidade
Publicidade
Battisti deixa prisão em Brasília após decisão do Supremo
Publicidade
FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA
Atualizado às 00h30.
O ex-ativista italiano Cesare Battisti deixou a penitenciária da Papuda às 0h05 desta quinta-feira. A liberdade aconteceu poucas horas após o STF (Supremo Tribunal Federal) validar decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não extraditá-lo.
Após decisão do STF, alvará de soltura de Cesare Battisti é expedido
Supremo valida decisão de Lula e manda soltar Battisti
Veja galeria de fotos de Cesare Battisti
Ele saiu em um carro preto na companhia do advogado Luiz Eduardo Greenhalgh. A Folha seguiu o carro até um condomínio fechado, próximo à penitenciária, chamado Solar de Brasília.
Ainda na saída do presídio, ele não disse nada à imprensa, mas abriu a janela para ser fotografado.
| Alan Marques/Folhapress | ||
![]() |
||
| O ex-ativista italiano Cesare Battisti ao deixar a penitenciária da Papuda na madrugada desta quinta-feira |
O advogado de Battisti, Luís Roberto Barroso, não informou o que ele deverá fazer agora que está livre.
Em julgamento nesta quarta-feira, o plenário do STF, por 6 votos a 3, determinou a expedição de alvará de soltura. Com o resultado, Battisti ficará no Brasil e caberá ao Ministério da Justiça regularizar sua situação.
O italiano, que estava preso no Brasil desde 2007, saiu da prisão acompanhado de seus advogados e não quis falar com a imprensa.
Battisti fez parte do PAC (Proletários Armados pelo Comunismo), grupo terrorista de extrema esquerda que atuou na Itália dos anos 70, os "anos de chumbo". E foi condenado pela Justiça de seu país à prisão perpétua por participação em quatro assassinatos cometidos pelo grupo em que atuava.
Ele sempre negou a autoria dos crimes e disse que sofreu perseguição política. Seu argumento chegou a convencer o então ministro da Justiça brasileiro Tarso Genro, que concedeu a ele, no final de 2008, o status de refugiado político. Na ocasião, Tarso argumentou que existia "fundado temor de perseguição política" caso Battisti fosse enviado à Itália.
Esse ato, porém, foi considerado ilegal pelo Supremo, que em 2009 autorizou sua extradição, deixando a última palavra para o presidente da República. Dias depois, o tribunal afirmou que Lula deveria seguir o que diz o Tratado de Extradição entre Brasil e Itália.
+ Canais
+ Notícias em Poder
- Especialista em geopolítica tenta prever os próximos dez anos
- Relembre Martins, Miragaia, Dráuzio e Camargo
- 'Bota o retrato do velho outra vez'; chega nova biografia de Getúlio
- Ex-delegado do Dops dá nome aos bois
- Covardia é o pior dos vícios, diz Pondé
- Marqueteiro revela bastidores das relações entre política e mídia
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Lula propôs ajuda em CPI para adiar mensalão, diz Gilmar Mendes
- Thomaz Bastos diz que deixa julgamento moral à 'vingança de Deus'
- Lula propôs ajuda em CPI para adiar mensalão, diz Gilmar Mendes
- Direção do DEM anuncia que vai ao STF contra decisão sobre Código
- Ala do PSB resiste a Haddad e ameaça vaiar petista em evento
+ Comentadas
- Lula propôs ajuda em CPI para adiar mensalão, diz Gilmar Mendes
- Thomaz Bastos diz que deixa julgamento moral à 'vingança de Deus'
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.









Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV