Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
28/09/2011 - 18h26

Servidores da Justiça Federal em SP ameaçam entrar em greve

Publicidade

 

DE SÃO PAULO

Atualizado às 20h56.

Os servidores do Judiciário Federal em São Paulo irão fazer nesta quinta-feira uma assembleia para decidir se entrarão em greve por tempo indeterminado.

A reunião está marcada para as 14h na frente da sede do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP e MS), que fica na avenida Paulista.

Segundo o diretor do Sintrajud (Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de São Paulo) Adilson Rodrigues, os servidores já paralisaram suas atividades por 72 horas desde ontem e a reunião de amanhã servirá para deliberar sobre a continuidade ou não da paralisação. Segundo ele, outros dez Estados também aderiram à manifestação.

Em 2010, os servidores fizeram uma greve de 69 dias para pedir aumento do salário. Em São Paulo, os funcionários da Justiça Estadual também fizeram uma paralisação de 92 dias no ano passado.

Entidade de juízes ameaça greve por reajuste salarial
Juízes pedem apoio de Michel Temer para aumento de salário
Líder do governo descarta possibilidade de aumento no Judiciário
Reajuste do Judiciário terá impacto de R$ 7,7 bilhões

O Sintrajud afirma que os salários da categoria estão congelados desde 2006.

"O Executivo não cumpre a Constituição ao desrespeitar a data-base dos servidores públicos", diz Rodrigues.

A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) também ameaça entrar em greve.

Como os servidores, os juízes voltaram a defender que o governo inclua o reajuste salarial do Judiciário no plano orçamentário de 2012.

Na proposta enviada ao Congresso, o Planalto não havia previsto o reajuste. Após pressão, a presidente Dilma Rousseff encaminhou uma mensagem contemplando o aumento, mas depende da aprovação dos parlamentares.

O Sintrajud também cobra do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cezar Peluso, uma postura efetiva em relação a decisão de Dilma.

"Até agora o presidente do STF não agiu à altura de um chefe de Poder. Ao não exigir o orçamento necessário para a implementação da reposição salarial de seus servidores, ele se submete à política do Poder Executivo de manter o congelamento salarial", diz Adilson Rodrigues.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade