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01/10/2011 - 11h01

Conselheiro diz não estar arrependido por críticas a Eliana Calmon

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DE SÃO PAULO

O conselheiro Marcelo Nobre, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), diz que a palavra "arrependimento" não é a correta para explicar sua posição em relação à nota divulgada pelo colegiado contra declarações de Eliana Calmon, corregedora do órgão, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha deste sábado (a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

"Nós temos que separar os assuntos: uma coisa é a entrevista desastrosa da ministra. Não me arrependo em relação às críticas feitas na nota às declarações dela. A outra é a defesa das competências do CNJ. Defendo que ele continue recebendo diretamente reclamações dos cidadãos."

Nobre faz parte do grupo de seis conselheiros do CNJ que divulgará texto para esclarecer o apoio que deram à nota de Peluso contra as declarações de Eliana Calmon de que há "bandidos infiltrados" na magistratura.

Leia mais na edição da Folha deste sábado, que já está nas bancas.

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