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16/09/2012 - 03h00

Nova peça de Nelson Baskerville mistura efeitos de som e projeções

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CLARISSA FALBO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Para materializar a confusão mental de um homem atordoado pelo sumiço da mulher, o diretor Nelson Baskerville lançou mão de diferentes linguagens. Em "Córtex", fragmentos do texto são projetados no palco e sons (entre gravações e ruídos) se propagam de pontos da plateia.

OtávioDias/Divulgação
Cortéx - Em monólogo, Otávio Martins vive marido em busca da mulher desaparecida
Em monólogo dirigido por Nelson Baskerville, o ator Otávio Martins interpreta marido confuso em busca da mulher desaparecida

Segundo o encenador, a multiplicidade de signos serve para evitar que os espectadores entrem em estado de letargia ao se acostumarem a determinados formatos. "Na internet, na rua, na TV, somos bombardeados por uma mistura de
linguagens simultâneas. Queria trazer isso para a cena", diz o diretor.

Ao lado de Franz Keppler, autor da peça, Nelson e o ator Otávio Martins alteraram o texto para inserir tais ferramentas que contam a história de forma propositadamente não linear e fragmentada, assim como os pensamentos do personagem.

Citações do livro " A Sonata a Kreutzer", do russo Lev Tolstói (1828-1910), por exemplo, são exibidas, assim como as indicações dos capítulos em que se divide a encenação.

O cenário foge do realismo ao misturar vegetação de floresta (uma referência ao inconsciente) à mobília hospitalar. Baskerville pôs ainda um elemento lúdico na peça: um monstro citado no texto.

Informe-se sobre o evento

 

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