Publicidade
Publicidade
Grandes sites não aderem ao blecaute de serviços contra lei dos EUA
Publicidade
DA REUTERS
DE SÃO PAULO
Grandes potências da internet resolveram não aderir ao apagão digital realizado nesta quarta-feira em protesto contra um projeto de lei dos EUA que pune atos de pirataria eletrônica.
Veja galeria de páginas de protesto contra a lei
- Mais de 10 mil sites se somam a protesto contra lei
- Google protesta contra lei em página principal
- Até site da Turma da Mônica protesta contra lei
As principais adesões foram da enciclopédia eletrônica Wikipédia e do site de notícias sociais Reddit.
As empresas de tecnologia em geral se mostram preocupadas com os projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado dos EUA, conhecidos respectivamente pelas siglas Sopa (Lei para Parar a Pirataria On-Line) e Pipa (Lei de Proteção à Propriedade Intelectual), mas a baixa adesão ao protesto desta quarta-feira mostra que essas companhias não estão dispostas a sacrificar um dia do seu faturamento e ainda correrem o risco de atrair a fúria dos usuários por causa de um protesto cujo impacto sobre os congressistas é difícil de avaliar.
A Wikipedia e o Reddit escureceram suas páginas para que os visitantes só pudessem encontrar informações sobre os dois projetos.
Dos grandes sites que manifestaram oposição ao projeto, só o Google planejou algum tipo de alteração na home page, que conterá uma mensagem contra as medidas, mas sem impedir o usuário de fazer suas buscas.
"Como muitas empresas, empreendedores e usuários da web, nós nos opomos a esses projetos porque há formas inteligentes e dirigidas de fechar sites estrangeiros insubordinados sem pedir que companhias norte-americanas censurem a internet", disse uma porta-voz do Google. "Então (nesta quarta-feira) vamos nos juntar a outras companhias de tecnologia para destacar essa questão na nossa página inicial nos EUA."
O Twitter decidiu não participar do protesto, e no fim de semana o executivo-chefe Dick Costolo explicou as razões. "Fechar um negócio mundial em reação a uma única questão de política nacional é algo tolo", escreveu ele no microblogue, para em seguida prometer que a companhia continuará envolvida no assunto. "Observem este espaço", tuitou ele.
Várias outras empresas adotaram a posição de criticar os projetos, mas sem tirar seus serviços do ar. Entre elas estão companhias que em novembro escreveram ao Congresso dos EUA se queixando dos projetos, como AOL, eBay, Mozilla e Zynga.
O presidente da Comissão de Justiça da Câmara dos EUA, Lamar Smith, e um dos autores do projeto Sopa, disse que o "apagão" da Wikipedia e de outros sites é "um golpe publicitário que presta um desserviço aos seus usuários ao promover o medo ao invés dos fatos". "Talvez durante o apagão os usuários possam procurar em outro lugar uma definição precisa de pirataria on-line."
Os projetos restringem o acesso e os pagamentos a sites de fora dos EUA que ofereçam conteúdo roubado ou falsificado. As medidas têm o apoio de produtoras cinematográficas, editoras, companhias farmacêuticas e vários outros setores, que alegam perder bilhões de dólares por ano devido à pirataria.
SOPA
O Sopa (Lei para Parar com a Pirataria On-line, em inglês) tem colocado em fronts opostos setores do Congresso dos EUA, gigantes da área de entretenimento e titãs da internet, apoiados por juristas e acadêmicos.
A favor da lei, estão as indústrias de cinema, TV e música, além de provedoras de TV a cabo e internet.
No campo oposto, estão empresas como Google, Yahoo!, YouTube, Facebook, Foursquare e Mozilla, que afirmam que a linguagem vaga do projeto torna portais, sites de busca e redes sociais legalmente responsáveis por abrigar sites e links com conteúdo pirata e passíveis das mesmas penas: bloqueio sumário e veto a anunciantes.
Com esse ônus, a lei busca monitorar com lupa o conteúdo. As empresas, porém, dizem que é tarefa impossível e que seriam levadas a censura preventiva.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
![]() |
![]() |
+ Blog de Tec
- Comandos de voz do Android são melhores que do iPhone, diz cofundador da Apple
- Grooveshark em HTML5 funciona no iPhone, no iPad e no Android
- Assine o feed do Blog de Tec
+ Canais
- Acompanhe a Folha Tec no Twitter
- Acompanhe a Folha no Twitter
- Conheça a página da Folha Tec no Facebook
- Conheça a página da Folha no Facebook
Livraria
- Sem móveis, Steve Jobs tem foto de Einstein e luminária da Tiffany; leia trecho
- Computador Apple, de Jobs, está entre as "Ideias que Revolucionaram o Mundo"
- "Googled" acompanha a história do surgimento do Google
- Coleção de idiomas "15 Minutos" ganha desconto de 30%
- Concorra à biografia de Adele no Facebook
- 'Pilhar, matar, destruir'; guia expõe segredos de 'Diablo 3'
- 'Ghost Recon: Future Soldier' entra em pré-venda; assista ao trailer
- Compre games sem pagar frete
- Leia trecho de 'O Filtro Invisível: O que a Internet Está Escondendo de Você'
- Inglês e mais 7 línguas em lições de 15 min, com livro e CD. Desconto de 30%!
- Dicionário Houaiss de R$ 269,00 por R$ 193,00
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Telas interativas em forma de 'papel de parede' são o futuro da TV
- Mulher que enviou SMS a motorista é processada por atropelamento
- Loja de aplicativos da Apple oferece programas de graça
- Google divulga fotos e vídeo feitos com óculos de realidade aumentada
- Presidente da Apple, Tim Cook rejeita pagamento de R$ 150 mi
+ Comentadas
- Nova sra. Zuckerberg pode ficar sem os bilhões de seu marido
- 'Diablo 3' é ótimo, mas tropeça ao depender demais da internet
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.










Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV