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19/03/2011 - 14h49

Brasileiras viram musas do videogame

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AMANDA DEMETRIO
DE SÃO PAULO

No mundo dos videogames, elas já competem quase de igual pra igual com eles -nos Estados Unidos, 45% dos jogadores de videogame são mulheres, segundo dados da Entertainment Software Association. E algumas delas ganham status de musa ao mostrar bom desempenho e conhecimento nos jogos.

No Brasil, as meninas do Girls of War (girlsofwar.wordpress.com) começaram a chamar a atenção em 2009 com seus comentários sobre games.

O time é formado por Carla Rodrigues, Bruna Torres, Clarice dos Santos, Viviane Werneck e Rebeca Gliosci. Entre as descrições criadas para as meninas estão frases como "[ela é aquela que] põe por terra o estereótipo de que menina não manja de videogame e só gosta de games bonitinhos e fofuchos".

Perguntada sobre a reação do público, Clarice dos Santos conta que elas recebem muitos elogios por serem uma "raridade", mas diz que as meninas já ouviram muito comentários como o de "que "lugar de mulher é na cozinha" e não escrevendo sobre games."

Outro destaque é Lorie, a "WoW Girl", fanática pelo RPG World of WarCraft. Ela mantém o wowgirl.com.br, sob o slogan "Porque há meninas no World of WarCraft".

Mas quem segura o título nacional de Game Girl é a jornalista Renata Honorato, do thegamegirl.com. Ela publica análises do mercado e notícias sobre a cultura que cerca o mundo dos games.

 

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