Barulhentas, torcidas no Top of Mind têm reforço de mascotes e vão até de ônibus à premiação

O ônibus chegou ao Tom Brasil chamando atenção. Parecia excursão, daquelas super animadas. E todos mostravam estar prontos para a festa.

Os passageiros estavam ali para celebrar mais um feito da CVC, que pela sétima vez consecutiva foi a agência de viagem mais lembrada no Top of Mind, com 18%.

As 33 pessoas que chegaram vestindo camisetas amarelas e cheias de animação formavam uma das torcidas mais animadas da cerimônia de entrega do prêmio, no Tom Brasil, em São Paulo.

"Contando outras pessoas que estão aqui, como a agência de publicidade, acho que o palco vai ter que aguentar umas 50 pessoas. Já que fazemos turismo, viemos de ônibus, né? Viemos fazer turismo de Santo André para São Paulo", brincou Marcelo Oste, diretor de marketing da CVC.

Não eram os únicos que mostravam empolgação com o reconhecimento de seus trabalhos. Durante toda a noite, a cada anúncio dos apresentadores, os atores Antonio Fagundes e Nathalia Dill, eram ouvidos muitos gritos. Buzinas ensurdecedoras soavam sem parar, tornando difícil escutar até os nomes das marcas premiadas.

A equipe de Suvinil (Top Tinta de Parede) vestiu azul para participar da festa, a da Latam (fusão da chilena Lan com a brasileira Tam e vitoriosa em Top Companhia Aérea), vermelho. Samsung e Mercedes-Benz foram mais sóbrias, de preto. A marca de caminhões colocou mulheres para carregar dezenas de bexigas com sua logomarca durante o coquetel antes da premiação. Eram vistas de qualquer ponto do salão.

Ypê, Sadia e Casas Bahia levaram suas mascotes ao Tom Brasil. A árvore da marca mais lembrada nas categorias Meio Ambiente e Detergente subiu ao palco para festejar a premiação. O Baianinho de Casas Bahia (Top Loja de Móveis e Eletrodomésticos e destaque na região Sudeste) e o frango da Sadia (Top Peito de Peru, Pratos Congelados e Margarina —com Qualy) tiravam fotos com os convidados.

As torcidas barulhentas foram embora logo após o anúncio dos quatro vencedores da categoria Top do Top, deixando para trás muito papel brilhante picado no chão do teatro. Do lado de fora, na rua, as buzinas ainda soavam.

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