Siga a folha

Editado por Camila Mattoso, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Fabio Serapião e Guilherme Seto.

Descrição de chapéu Eleições 2022 STF

Em reunião entre PT e PSB, Lula agrada ao falar em ampliar alianças para além da esquerda

Encontro contou com principais lideranças dos partidos, como Gleisi Hoffmann e Carlos Siqueira

Você atingiu seu limite de matérias livres

Assine e tenha acesso Ilimitado

– OFERTA ESPECIAL – 1 ANO DE DESCONTO –

Cancele quando quiser

R$ 1,90 POR 3 MESES

+ 9 de R$ 19,90 R$ 9,90

Notícias no momento em que acontecem, newsletters exclusivas e mais de 120 colunistas. Apoie o jornalismo profissional.

Lideranças de PT e PSB, como Lula, os presidentes Gleisi Hoffmann e Carlos Siqueira, o governador Renato Casagrande (ES), Márcio França e o deputado Paulo Teixeira (SP) tiveram um encontro virtual nesta terça-feira (6).

O tema foi a construção de frente em defesa da democracia e medidas para o enfrentamento da pandemia, como ajuda a pequenas e médias empresas e a necessidade de aceleração da vacinação.

O tema eleitoral também surgiu, ainda que lateralmente, segundo os presentes. Eles têm dito que as articulações eleitorais ficarão para 2022.

Lula disse no encontro que sua candidatura à presidência não é indiscutível, que a construção de uma aliança em 2022 passará pelo diálogo para além da esquerda e lembrou do empresário José Alencar, que foi seu vice. E assim agradou os representantes do PSB.

“Falou muito no sentido que o PSB tem defendido, de agregação de forças. Não há nada garantido eleitoralmente, porque penso que temos uma grande responsabilidade de juntar o maior número de forças políticas democráticas para superar essa fase trágica", diz Siqueira.

O presidente do PSB ressalta que o principal tema discutido foi a pandemia e que o momento é de debater os problemas reais da população, quando os políticos têm que estar à altura da situação dramática.

Carlos Siqueira, presidente do PSB, durante festa de aniversário de Marta Suplicy - Bruno Poletti-21.mar.2021/Folhapress

"Mostrou muita disposição, mas também desprendimento. Disse que não será candidato de qualquer forma, que não está revindicando essa condição", completa.

"Mostrou que há necessidade de ampliação das forças políticas em programa comum. Aquele discurso inicial muito estreito, petista, acho que ele foi aberto. Acho que o resultado das eleições municipais, que foi muito ruim para o PT, fez com que mudassem o discurso, somado à necessidade objetiva de enfrentamento ao bolsonarismo”, conclui Siqueira.

Receba notícias da Folha

Cadastre-se e escolha quais newsletters gostaria de receber

Ativar newsletters

Relacionadas