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Descrição de chapéu Eleições 2020

Dario Saadi e Rafa Zimbaldi disputam o segundo turno em Campinas

Cidade paulista contou com 14 candidatos e terá médico contra deputado estadual

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Ribeirão Preto

Os candidatos Dario Saadi (Republicanos), 57, e Rafa Zimbaldi (PL), 39, vão disputar o segundo turno da eleição em Campinas, no interior paulista.

A campanha no interior foi marcada pela ausência da figura do governador João Doria (PSDB) até mesmo entre os favoritos.

Saadi, médico e ex-secretário de Esportes, obteve 25,78% dos votos válidos no primeiro turno, com 100% das urnas apuradas. O deputado estadual Zimbaldi registrou 21,86%.

Zimbaldi conta com outros sete partidos em sua coligação (Solidariedade, PSC, PP, PSDB, PROS, PODE e Avante). Já Saadi tem apoio de outros quatro partidos em sua chapa (DEM, MDB, PSB e PSL).

A eleição deste ano em Campinas teve 14 candidaturas registradas no TSE. Também disputaram a eleição Alessandra Ribeiro (PC do B), 44, o vereador André Von Zuben (Cidadania), 58, o servidor público Artur Orsi (PSD), 50, a aposentada Delegada Teresinha (PTB), 64, o ex-prefeito Dr. Hélio (PDT), 70, Edson Dorta (PCO), 48, a petroleira Laura Leal (PSTU), 44, o médico Pedro Tourinho (PT), 38, o servidor público Prof. Ahmed Tarique Agio (PMN), 27, o oceanógrafo Rogerio Menezes (PV), 52, e os empresários Rogerio Parada (PRTB), 54, e Wilson Matos (Patriota), 42.

Em parte do processo eleitoral, candidatos tentaram vincular, de maneira depreciativa, a imagem de Zimbaldi e Saadi ao governador Doria.

Zimbaldi se aliou ao PSDB de Doria em Campinas para fortalecer sua candidatura ao palácio dos Jequitibás. Foi alvo de ataques devido a seu apoio, como deputado estadual, a políticas do governo paulista em tramitação na Assembleia Legislativa. Na campanha, ele afirmou não ser “candidato de ninguém”.

Já a candidatura de Saadi é apoiada pelo atual prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), de quem foi secretário de Esportes até recentemente. O liberal foi da base de Donizette por sete anos, até o rompimento no ano passado.

Apesar do bom relacionamento entre a atual gestão campineira e o governo paulista, Saadi preferiu mostrar que tem bom trânsito com Brasília.

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