A Ópera de Sydney, o Kremlin russo e a Torre Eiffel, entre outros monumentos, uniram-se no sábado (24) à "hora do planeta", com 60 minutos no escuro para mobilizar contra a mudança climática. Simbólica, a campanha anual já teve êxitos como a proibição do uso de plástico nas ilhas Galápagos e a plantação de 17 milhões de árvores no Cazaquistão.
"A 'hora do planeta' ocorre em um momento em que a população e a Terra se encontram sob pressão. As alterações climáticas vão ser mais rápidas que nós", disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.
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