Mônica Bergamo

Mônica Bergamo é jornalista e colunista.

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Doria diz que 'de maneira nenhuma' é rico como Eike Batista

Num carnaval de poucas autoridades e celebridades, prefeito é político mais famoso no Sambódromo

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Maior autoridade política num Sambódromo em que, antes da Operação Lava-Jato, desfilavam presidente da República (de Itamar Franco a Lula), governadores, ministros e prefeitos, João Doria decide entrar na avenida do Rio para testar sua popularidade em São Paulo, ele preferiu não se arriscar e ficou apenas nos camarotes VIPs.

 

Ouve gritos para ser "prefeito aqui no Rio" e outros como "volta para São Paulo!".

 

É assediado também por curiosos, como uma senhora que pergunta ao seu ouvido: "Sua fortuna é igual à de Eike Batista?". "De maneira nenhuma, minha senhora", responde o prefeito de SP.

 

No Camarote Nº 1, Sabrina Sato tentava se desviar dos fãs para fazer xixi. "Gente, cadê o banheiro?", dizia, cercada por seguranças. Apesar do aperto, afirmava não se incomodar com o assédio. "Só quando eu estou com fome."

 

E comentava com a coluna a polêmica sobre a coleira que usava, com o primeiro nome de seu noivo, Duda Nagle. Explicava que foi uma homenagem à fantasia usada por Luma de Oliveira no Carnaval de 1998, quando a ex-modelo vestiu uma coleira com o nome de Eike Batista, seu então marido. "Quer algo mais feminista do que homenagear uma mulher? Eu estou homenageando uma grande rainha."

 

As outras estrelas dos bastidores da Sapucaí, num Carnaval de poucas autoridades e celebridades, eram a funkeira Jojo Todynho e a cantora e drag queen Pabllo Vittar.

 

Jojo caminhava escoltada por 13 seguranças. Pablo, que foi um dos destaques da Beija-Flor, discursava: "Fiquei muito emocionada quando eu ouvi o enredo [da escola, 'Monstro é Aquele que Não Sabe Amar']. Fala muito de mim. Me tocou. Todo mundo que já foi desprezado por ser uma minoria... hoje estamos aqui, dando a cara a tapa."

Leia coluna completa aqui.

Com BRUNA NARCIZO, BRUNO B.SORAGGI e JOÃO CARNEIRO, do Rio

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