Os CDS (Credit Default Swap) brasileiros, espécie de papel que funciona como um seguro contra a inadimplência de um país, dispararam na quinta (21) depois da prisão de Michel Temer.
EM ALTA 2
Eles chegaram a 166 pontos, contra 160 em dias anteriores.
Nada, no entanto, parecido com os 309 pontos que alcançaram na época da campanha presidencial.
SINAL
Para o economista André Perfeito, da Necton, a prisão estava sendo percebida como algo que poderia piorar o já conturbado ambiente político, dificultando a reforma da Previdência.
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