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Editado por Fábio Zanini, espaço traz notícias e bastidores da política. Com Guilherme Seto e Danielle Brant

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Descrição de chapéu chuva Chuvas no Sul

Governo Lula estima em R$ 1bi prejuízo com estradas no RS

Ministro dos Transportes, Renan Filho, diz que avaliação é preliminar; expectativa é liberar rodovias para bens essenciais em 48 horas

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O Ministério dos Transportes estima em mais de R$ 1 bilhão o prejuízo com estradas e pontes causados pelas fortes chuvas no Rio Grande do Sul. "É uma avaliação preliminar, só vamos saber a real dimensão quando as águas baixarem", diz o ministro Renan Filho.

Estrada bloqueada pela chuva no Rio Grande do Sul - Carlos Macedo/Folhapress

Segundo ele, a pasta tem orçamento total de R$ 1,7 bilhão para ser usado no estado neste ano. "Esse é o recurso total para todas as obras de manutenção no Rio Grande do Sul. Ou seja, a reconstrução do que foi danificado iria paralisar grande parte do que está programado para o estado. Mas se for esta a decisão do governo, será feito", disse ele.

A ideia é, além de usar recursos do ministério, buscar outras fontes de financiamento.

Neste momento, diz Renan Filho, a prioridade é reabrir rodovias para passagem de veículos de resgate e que levam bens essenciais para todas as regiões do estado. Ele cita três em especial, as BRs 290 (que vai de Porto Alegre até Uruguaiana), 392 (que corta o estado de sudeste a noroeste) e 116 (de sul a norte).

"Acreditamos que em 48 horas isso poderá ser feito", afirma o ministro. A liberação para o tráfego em geral ainda deve demorar alguns dias.

Também estão sendo feitas obras emergenciais em cabeceiras de pontes estratégicas. O ministério mantém cerca de 600 pessoas trabalhando no estado, com 200 veículos.

Ex-governador de Alagoas, Renan Filho diz que tem experiência em acompanhar desastres causados pelas chuvas, mas que nada se compara ao que viu no Rio Grande do Sul.

"É uma coisa dramática. Aqui tem características próprias. A abrangência é muito maior, mais de 300 cidades atingidas. E o rio [Guaíba] vai demorar a descer, por causa das lagoas que vão represar essa descida. Isso vai fazer com que a catástrofe dure muitos dias ainda", afirma.

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