Primeira organização gestora de fundo patrimonial se dedicará a causas sociais e culturais

Criada de acordo com as orientações da lei aprovada em janeiro, fundação atenderá a vontade de empresário falecido de deixar um legado filantrópico

São Paulo

Nasce a primeira organização gestora de fundo patrimonial (OGFP) concebida conforme as orientações da Lei dos Fundos Patrimoniais, aprovada em janeiro deste ano.
 
A OGFP vai cuidar do fundo patrimonial filantrópico da Fundação Rogério Jonas Zylbersztejn, que leva o nome do empresário do ramo de construção, falecido aos 58 anos, em outubro passado.

A família decidiu criar a fundação em sua memória e destinar a fortuna dele a um fundo patrimonial filantrópico que vai garantir a perenidade da organização.

A mãe do empresário, Raikel Zylbersztejn, será a responsável pela gestão da entidade, que se dedicará a causas sociais e culturas.
 
A presidente do conselho fiscal do IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social), Priscila Pasqualin, ajudou na estruturação da OGPF e do fundo patrimonial.

Ela explica quais são as principais vantagens de seguir as normas da Lei dos Fundos Patrimoniais: “No caso de D. Raikel, a legislação trouxe a segurança jurídica e a estrutura de governança adequada para atender sua vontade de deixar um legado e de organizar a filantropia, com excelência, como tudo o que seu filho realizou durante a vida".

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