Hackathon exclusivo para pessoas negras está com inscrições abertas

Maratona imersiva de 30 horas foca na resolução de problemas sociais por meio da tecnologia

São Paulo

Estão abertas as inscrições para o primeiro MovileHack Afro, hackathon com foco em pessoas negras, realizado pelo Grupo Movile, ecossistema de tecnologia líder na América Latina.

A ação faz parte de diversas iniciativas focadas em trazer mais diversidade para as empresas do Grupo, além de promover a aproximação e capacitação para as comunidades de tecnologia. Os interessados podem se candidatar até 17 de fevereiro pelo site do projeto.

Com duração de 30 horas, o evento terá como desafio estimular os participantes a propor soluções em grupo para o seguinte problema: como educar jovens em situação de vulnerabilidade usando tecnologia? 

Com 50 vagas, a maratona será realizada no escritório da Movile, em São Paulo, com início no sábado, 7 de março, e término no domingo, 8 de março.

Primeira turma de participantes do AfroHub, programa de aceleração para empreendedores negros realizado por Feira Preta, Afrobusiness e Diáspora.black em parceria com a Estação Hack do Facebook
O MovileHack Afro tem apoio do Movimento Black Money e do Afrotech BR, ambas organizações que promovem inovação e empreendedorismo negro - Divulgação

​O MovileHack Afro marca a quarta edição de atividades realizadas pelo Grupo Movile nesse sentido. Nos anos anteriores, os hackatons despertaram o interesse de mais de mil pessoas em Campinas, São Carlos e Recife. Neste ano, a expectativa é chegar a mais de 1.500 pessoas inscritas.

As três melhores equipes serão premiadas com valores em dinheiro e, para o grupo que ficar em primeiro lugar, haverá também uma mentoria com Nina Silva, uma das cem pessoas afrodescendentes com menos de 40 anos mais influentes do mundo e sócia fundadora do Movimento Black Money.

O evento será promovido em conjunto com o AfroMovile, grupo interno da Movile que suporta as iniciativas focadas em diversidade com foco em pessoas negras. Além disso, o evento contará também com o apoio de comunidades externas como o Movimento Black Money e o AfroTech BR. 

 

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