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22/12/2012 - 05h02

Especialistas criticam o programa brasileiro de Aids

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JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA

de brasília

Em 2012, o programa brasileiro contra a Aids recebeu duras críticas de especialistas e organizações da área.

Foi dito, por exemplo, que a epidemia está fora de controle em determinadas regiões do país e grupos vulneráveis, como os jovens gays.

Em um manifesto divulgado em agosto, 54 pesquisadores e ativistas do movimento anti-Aids reclamaram de um relaxamento na política.

Segundo o manifesto, o diagnóstico ainda tardio no Brasil gerou um aumento no número de casos e mortes.

Outro episódio controverso foi o veto, dentro do governo, a uma campanha do Carnaval para a TV originalmente focada nos jovens gays.

O vídeo foi para o site do Ministério da Saúde e, depois de polêmica, deixou de ir para a TV. Uma campanha com outro foco foi veiculada.

Isso gerou críticas até mesmo do representante da Unaids no Brasil, Pedro Chequer.

O ministério negou o recuo na campanha e alegou que o vídeo não era para a TV.

Frente às demais críticas, o ministério questionou a interpretação feita no manifesto e disse que a mortalidade da doença está estabilizada.

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