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Brasil registra 2.866 mortes por Covid em 24 h e ultrapassa 386 mil óbitos na pandemia

País registrou recorde de doses de vacina aplicadas, nesta sexta, 1,7 milhão

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São Paulo

O Brasil registrou 2.866 mortes pela Covid nas últimas 24 horas. Também foram registrados 65.971 casos da doença, nesta sexta-feira (23).

Com isso, o país chegou a 386.623 mortes pela Covid e a 14.238.110 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes teve queda pelo sexto dia consecutivo e chegou ao ainda alto valor de 2.514 óbitos por dia. O país, porém, completou 38 dias com média móvel de mortes acima de 2.000 e 93 dias acima de 1.000.

A média é um instrumento estatístico usado para suavizar variações de dados que costumam ocorrer em finais de semana e feriados. A média é calculada pela soma de todas as mortes dos últimos sete dias e divisão do resultado por sete.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

Covas abertas em cemitério
Brasil vive pior momento da pandemia - Karime Xavier/Folhapress

O Brasil bateu o recorde de doses aplicadas em um dia. Foram 1.744.001 doses, nesta sexta. O valor, porém, pode ter sido originado pelo represamento de dados de dias anteriores. Além disso, foram aplicadas mais segundas doses do que primeiras. Foram 923.896 segundas e 820.105 primeiras aplicações.

Foram atualizadas as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 pelos 26 estados e o Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 41.027.519 doses de vacina (28.765.257 da primeira dose e 12.262.262 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Com o total de doses aplicadas até o momento, 17,88% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 7,62% a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

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