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Candidatos - Governador

Geraldo Alckmin

PSDB - número 45

Nome completo: Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho

Coligação: Unidos por São Paulo (PMDB / PSC / PPS / DEM / PHS / PMN / PSDB)

Sexo: Masculino

Estado: São Paulo

Estado civil: Casado

Grau de instrução declarado: Superior Completo

Ocupação declarada: Médico

Biografia

Foi em 1972, aos 19 anos, que Geraldo Alckmin começou na política, eleito vereador pelo MDB (antecessor do PMDB) de sua cidade natal, Pindamonhangaba --da qual se elegeu prefeito quatro anos depois. A partir daí, teve carreira pública quase ininterrupta. Foi deputado estadual, duas vezes deputado federal, duas vezes vice-governador na chapa de Mário Covas (assumiu o governo quando Covas morreu, em 2001), governador eleito de São Paulo em 2002 e secretário paulista de Desenvolvimento (na gestão de José Serra). Em 2000, Alckmin tentou, em vão, chegar à prefeitura de São Paulo. Atuou como vice-líder da bancada do PMDB na Assembleia Nacional Constituinte. Por lá, apresentou o primeiro projeto do Código de Defesa do Consumidor e da lei sobre doação e transplante de órgãos. Em 1988, Alckmin ajudou a fundar o PSDB, pelo qual disputou a Presidência em 2006 --perdida para o petista reeleito Luiz Inácio Lula da Silva. Católico praticante (mantinha uma imagem de Nossa Senhora Aparecida no gabinete e em todos os cômodos do Palácio dos Bandeirantes), Alckmin é considerado mais conservador que os principais fundadores do PSDB (Fernando Henrique Cardoso, Mario Covas e Franco Montoro), o que ele nega. De um colunista da Folha que o considerava insosso, ganhou o apelido de "picolé de chuchu". Alckmin se formou na Faculdade de Medicina de Taubaté em 1977. No mesmo ano, assumiu a prefeitura de Pindamonhangaba e foi acusado de nepotismo por nomear como chefe de gabinete seu pai, o já falecido veterinário Geraldo José Rodrigues Alckmin. É casado com Maria Lúcia --a Lu Alckmin--, pai de três filhos e avô de uma neta.

No arquivo da Folha

  • (23/6/06)

    O governo de Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à Presidência, direcionou recursos de publicidade da Nossa Caixa para favorecer políticos aliados na Assembléia Legislativa. Documentos obtidos pela Folha mostram que o dinheiro foi usado em jornais, revistas e programas mantidos ou indicados por Wagner Salustiano (PSDB), Geraldo "Bispo Gê" Tenuta (PTB), Afanázio Jazadji (PFL), Vaz de Lima (PSDB) e Edson Ferrarini (PTB). Entre os favorecidos estão ainda a Rede Vida e a revista "Primeira Leitura", criada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro no governo FHC.

  • (4/4/06)

    O Ministério Público decidiu investigar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) por suposta improbidade administrativa. As ações apuram o patrocínio estatal à revista de seu acupunturista e o uso de verba da Nossa Caixa para beneficiar aliados. Sua mulher, Lu, que ganhou 400 peças de roupa, é alvo de outra ação. O ex-governador disse que "estão procurando pêlo em ovo" para atingi-lo.

  • (2/8/06)

    A pedido do PT, o STF desobstruiu a instalação de 69 CPIs paradas na Assembléia Legislativa de São Paulo, sendo 37 delas sobre a gestão Alckmin (PSDB). Na atual legislatura, nenhuma CPI foi criada. Agora, até cinco podem ser abertas simultaneamente.

  • (6/9/06)

    O candidato à Presidência Geraldo Alckmin criticou os partidos políticos do Brasil, incluindo o PSDB, do qual faz parte, em sabatina promovida pela Folha. "O Brasil, vamos a falar a verdade, não tem partidos políticos dignos desse nome." Alckmin defendeu a reforma política e disse não haver uma crise interna em seu partido.
    O candidato tucano negou fazer parte do grupo católico conservador Opus Dei e afirmou ser a favor da união civil entre homossexuais.

  • (4/10/06)

    O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou em entrevista a José Alberto Bombig que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está à sua direita. "Sou mais à esquerda no apreço à democracia e no sentido econômico", declarou o ex-governador.
    "A economia precisou ser mais ortodoxa porque o Lula falou 25 anos uma coisa e fez outra totalmente diferente." Alckmin quer vencer com a ajuda da "militância cívica" dos eleitores. "O PT tinha uma militância histórica, mas ela praticamente desapareceu."

  • (21/7/07)

    O diretor do Bird (Banco Mundial) para o projeto da linha 4 do metrô de São Paulo, Jorge Rebelo, negou ontem que o banco tenha "exigido" ou "sugerido" ao governo paulista a contratação das obras da linha 4 por meio do modelo "turn key" (preço fechado). A declaração contradiz afirmação do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). Na segunda-feira, questionado sobre as responsabilidades pelo acidente, Alckmin defendeu a contratação das empreiteiras, na sua gestão, pelo "turn key". Alckmin disse que o modelo foi adotado por "exigência do Banco Mundial". Mais tarde disse não saber se fora exigência ou recomendação do banco.

  • (21/3/07)

    O Ministério Público do Estado de São Paulo abriu investigação preliminar para apurar a suspeita de irregularidades em contratos, sem licitação, no total de R$ 77 milhões, firmados durante o governo Geraldo Alckmin (PSDB) por fundações e órgãos estaduais com o Instituto Uniemp - Fórum Permanente de Relações Universidade/Empresa e repassados a outras entidades privadas

  • (21/8/08)

    Adepto do discurso da austeridade fiscal, o ex-governador e candidato à Prefeitura de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) é responsável por uma decisão que produziu buraco de R$ 98 milhões nos cofres do Estado de São Paulo, deixando ainda uma dívida para os sucessores.

  • (24/9/08)

    O candidato do PSDB a prefeito de São Paulo, Geraldo Alckmin, acusou, em sabatina da Folha, seu adversário Gilberto Kassab (DEM) que concorre à reeleição de "cooptar" vereadores tucanos e de "lotear" as subprefeituras. Para Alckmin, empatado com o democrata nas pesquisas, Kassab é "dissimulado" e usa a máquina pública para "minar" o PSDB, que integra a atual administração. O tucano poupou José Serra, de quem o prefeito era vice.

  • (3/10/08)

    Em seu último dia de campanha oficial à prefeitura, o ex-governador Geraldo Alckmin disse que a empresa estatal paulista CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços) deveria responder pelas irregularidades em dois presídios de segurança máxima em Lavínia, a 600 km de São Paulo. Segundo ele, é necessário punir os responsáveis pelas falhas nas obras. "É apurar e punir", foi a primeira reação do tucano, ao falar com jornalistas durante caminhada na zona sul.

  • (15/9/10)

    O veto do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), à articulação do prefeito Gilberto Kassab (DEM) para tentar concorrer ao governo do Estado no ano que vem foi um gesto do tucano na tentativa de evitar que Geraldo Alckmin deixe o PSDB até o final deste mês e concorra ao cargo por outro partido.

  • (9/5/10)

    A rejeição ao pré-candidato tucano à Presidência, José Serra, está levando parte do movimento sindical de São Paulo alinhada com Geraldo Alckmin (PSDB), postulante ao governo paulista, a defender a candidatura de Dilma Rousseff (PT). Alckmin tem a simpatia de pelo menos 40% dos sindicatos filiados à Força Sindical em São Paulo, segundo cálculo do tucano Antonio Ramalho, vice-presidente da entidade que, no Estado, tem uma base de cerca de 4,5 milhões de trabalhadores.


 
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