Descrição de chapéu Copa do Mundo DeltaFolha

Dados mostram Brasil como forte no ataque e também na defesa

Reserva Douglas Costa trouxe mais força ofensiva à seleção; veja gráficos

Usando o uniforme azul, Neymar e jogadores se abraçam em comemoração ao segundo gol da partida

Neymar comemora segundo gol do Brasil com jogadores no estádio de São Petersburgo Eduardo Knapp/Folhapress

Fábio Takahashi Daniel Mariani Leonardo Diegues
São Paulo

É desesperador estar empatando com a Costa Rica até os 45 minutos do segundo tempo. Ou ver os jogadores desolados a cada chute que não entra. Mas, considerando as estatísticas, o Brasil aparece como uma das melhores seleções até aqui nesta Copa do Mundo.

Especialmente a equipe do segundo tempo contra a Costa Rica, com Douglas Costa no lugar de Willian no ataque.

O Brasil do primeiro tempo teve a mesma formação da que empatou com a Suíça (apenas Fagner entrou na lateral direita, no lugar do contundido Danilo). A forma de jogar também foi muito parecida, com concentração de jogadas no ataque pela esquerda.

Com essa formação, a Costa Rica conseguia segurar o 0 a 0.

Douglas Costa, que entrou no segundo tempo, foi mais incisivo no ataque. Cada um de seus passes levou a seleção, em média, três metros em direção ao gol adversário; os de Willian, meio metro. 

Junto com a entrada do atacante Firmino no lugar do meio-campista Paulinho, o time passou a ter mais opções ofensivas, pela direita e pelo meio. Assim saíram os gols.

Esse desempenho contribuiu para que o Brasil ficasse entre as melhores seleções da Copa até aqui em número de finalizações e passes certos na entrada da área adversária.

Alisson fez apenas uma defesa, melhor desempenho entre as 20 seleções que já atuaram duas vezes.
A questão é que essa superioridade toda não tem sido suficiente para trazer tranquilidade para o time e para torcida. Mas já é um bom começo.

 
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