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Reforço do Corinthians, Ramiro era prodígio no tênis e fã de Guga Kuerten

Volante que veio do Grêmio assinou com o alvinegro paulista até o fim de 2022

Ramiro, ex-Grêmio, é um dos reforços do Corinthians para a próxima temporada
Ramiro, ex-Grêmio, é um dos reforços do Corinthians para a próxima temporada - Lucas Uebel/Divulgação/Grêmio
Luciano Trindade
São Paulo | Agora

Nem Ronaldo, nem Ronaldinho, nem Rivaldo. O grande ídolo de infância do meio-campista Ramiro, 25, em sua infância, era Gustavo Kuerten, o Guga.

Anunciado como reforço do Corinthians para 2019, o ex-gremista jogou tênis até os 10 anos e quase seguiu carreira nas quadras, como conta o pai do atleta, Gilnei Benetti.

"O Ramiro jogou quatro torneios gaúchos [de tênis], ganhou dois e em dois ele foi vice-campeão. Percebemos que ele tinha talento e investimos", lembra Benetti.

A mudança para o futebol aconteceu quando ele tinha 11 anos e foi convidado a disputar a Copa Cidade Verde. Três times queriam contar com ele: Grêmio, Cruzeiro e Juventude. Optou pelo time de Caxias para ficar mais perto de sua casa, em Gramado.

"Ele foi muito bem na competição e, depois disso, nunca mais pegou a raquete como um jogador, agora é só lazer", diz o pai de Ramiro.

O meia entrou nas categorias de base do Juventude em 2005 e ficou oito anos no clube antes de ir para o Grêmio.

Pouco depois de sua chegada, em 2013, se tornou titular, condição que manteve até o fim desta temporada. No período, foi campeão da Copa do Brasil, em 2016, e da Libertadores, em 2017, além de vencer o Estadual deste ano.

"A vida é feita de ciclos e de desafios. Avaliamos que ele cumpriu um papel importante no Grêmio, conquistou títulos, sempre como titular, contribuiu de forma decisiva. Chegou ao fim esse ciclo e agora é um novo desafio a ser encarado", diz o pai do meia.

O Corinthians ofereceu a Ramiro um contrato até o fim de 2022. No Parque São Jorge, ele é tratado como um dos reforços de peso para a próxima temporada. Sem revelar valores, o clube informou que adquiriu 70% dos direitos econômicos do meia.

Segundo Benetti, o desafio de vestir a camisa alvinegra foi a motivação para Ramiro aceitar a transferência.

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