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Tenista brasileira Luisa Stefani perde em sua primeira final de WTA 1.000

Melhor resultado da carreira nesses torneios faz duplista subir para 26ª posição do ranking

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São Paulo

A brasileira Luisa Stefani, 23, terminou com o vice-campeonato nas duplas do WTA 1.000 de Miami. Ela e sua parceira Hayley Carter (dos Estados Unidos) foram derrotadas pelas japonesas Shuko Aoyama e Ena Shibahara neste domingo (4), por 6/2 e 7/5.

Mesmo com a derrota, Stefani conseguiu seu melhor resultado na carreira com o segundo lugar. Ela nunca tinha alcançado a final em uma disputa de torneios da série 1.000 (os antes chamados Premier).

Até então, havia chegado às semifinais de um torneio WTA 1.000, no ano passado, em Roma. Ela já conquistou dois títulos na elite do circuito, ambos em torneios menores: Tashkent (2019) e Lexington (2020). Os dois são da série 250.

Tenistas posam com trofeus
A americana Hayley Carter (esq.) e a brasileira Luisa Stefani ao lado das japonesas Shuko Aoyama e Ena Shibahara depois da final do WTA 1.000, em Miami - Geoff Burke - USA Today Sports

Com o segundo lugar em Miami, a paulista se tornou a melhor brasileira da história do ranking da WTA (Associação de Tênis Feminio), chegando à 26ª posição.

Ela superou a melhor posição da lendária Maria Esther Bueno (1939-2018), que entre torneios de duplas e simples, venceu 19 Grand Slams na carreira. O ranking da WTA, no entanto, só foi criado em 1975, após todos esses títulos e quando ela já tinha 36 anos. Bueno foi 29ª do mundo no ano seguinte, em 1976.

Essa foi a quarta vez, em cinco confrontos, que Aoyama (atual número 14 do mundo) e Shibara (16) venceram Stefani e Carter (uma posição abaixo da brasileira na lista).

Entre os objetivos traçados para a temporada estão atingir o grupo das dez primeiras, que garantiria a ela e ao Brasil vagas na chave feminina de duplas nos Jogos de Tóquio, e chegar o mais longe possível nos Grand Slams. Quem sabe até vencer um deles.

“Qualificar para a Olimpíada é um sonho difícil, mas atingível. Tenho metas e deixo a vida levar, uma mistura dos dois. É importante olhar para elas sempre, mas ao mesmo tempo ter pé no chão e trabalhar para poder chegar lá”, disse ela em entrevista à Folha às vésperas do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada.

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