Descrição de chapéu Humanos da Folha

Projeto Humanos da Folha apresenta perfis de profissionais que fizeram história no jornal

Textos abordarão a trajetória, os momentos marcantes e as grandes coberturas

São Paulo

Ao longo de uma história muito perto de se tornar centenária, a Folha contou com milhares de profissionais em diferentes áreas. Muitos desses setores nem existem mais, como a linotipia --o jornal foi pioneiro em contratar mulheres para esse ofício.

Repórteres, fotógrafos, editores, designers, diagramadores, publicitários, além de ajudarem o jornal a se tornar o mais lido do país, ganharam importantes prêmios como Esso, World Press Photo, Malofiej, dentre outros.

Contar a história dessas pessoas é o objetivo da série Humanos da Folha. Pelo menos um profissional que atua ou atuou na empresa terá seu perfil publicado toda semana. Os textos abordarão a trajetória, os momentos marcantes e as grandes coberturas.

O leitor poderá descobrir, por exemplo, como foi escolhida a foto da Primeira Página de 26 de janeiro de 1984, dia seguinte ao comício na Sé pelas Diretas-Já, como conta o fotógrafo Fernando Santos.

De um helicóptero, ele registrou a Catedral da Sé emoldurando uma massa humana que gritava por democracia. Com a imagem ampliada nas mãos, foi ao secretário de Redação Caio Túlio Costa. “Ele gritou: ‘Para tudo! Vamos mudar a Primeira Página’.” 

A capa entrou para a história.

Essas e outras curiosidades estarão no Humanos da Folha, projeto que faz parte da programação do centenário do jornal, que ocorre em 19 de fevereiro de 2021.

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