Descrição de chapéu Folha, 100 colunas eternas

Série Colunas Eternas revive textos de colunistas históricos da Folha

Grandes nomes do jornalismo e da literatura têm assinado textos na Folha ao longo desses 100 anos

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São Paulo

Ao longo desses 100 anos, a Folha tem cultivado como um de seus principais pilares a pluralidade, necessária ao debate público construtivo e democrático.

Além de abrir suas páginas, como na seção Tendências/Debates, para diferentes vozes da sociedade exporem seus posicionamentos, é também pela quantidade e variedade de colunistas que o jornal assegura ao leitor um espectro diverso de opiniões.

samuel e nelson olham para a direita, fora do quadro
O jornalista Samuel Wainer (à esq.) e o dramaturgo Nelson Rodrigues na Redação da Folha; Wainer teve coluna no jornal de 1976 até sua morte, em 1980, ano em que Nelson Rodrigues foi colunista da Folha - Acervo Pinky Wainer

Como escreveu Hélio Schwartsman, colunistas unem "as virtudes do observador arguto com o duvidoso privilégio de participar do momento histórico sobre o qual escrevem". É essa conjunção entre opinião, análise e o estilo próprio que faz com que colunas muitas vezes extrapolem seu próprio momento histórico. De tão certeiras ao observar o presente, elas têm algo a dizer para todos os tempos.

Por isso, como parte das celebrações do centenário da Folha, é lançada a nova série Colunas Eternas, recuperando textos de colunistas importantes da história do jornal.

Como estreia, publicamos duas crônicas de Cecília Meireles (1901-1964), que colaborou com o jornal periodicamente nas décadas de 1940 e 1950 e assinou uma coluna fixa de 1963 até sua morte.

mulher branca sobe escada para entrar em avião enquanto sorri
A poeta brasileira Cecília Meireles ao embarcar com destino aos EUA em 1959 - Folhapress - 29.set.1959

Além de Cecília, outros nomes importantes da literatura foram colunistas da Folha, como Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Nelson Rodrigues, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Heitor Cony e Plínio Marcos. Com a contribuição deles, o jornal se tornou um espaço para a crítica cultural unida à criação literária, dando contornos poéticos ao fazer jornalístico.

A série Colunas Eternas também revive colunas de grandes nomes do jornalismo brasileiro, familiares ao leitor assíduo da Folha: Lourenço Diaféria, Paulo Francis, Antonio Callado, Otto Lara Resende e Samuel Wainer, para citar alguns.

Ao longo de sua história centenária, o jornal tem renovado constantemente seu corpo de colunistas, buscando que os mais diversos e proeminentes cientistas, políticos, sociólogos, artistas e jornalistas, entre outros profissionais, tragam perspectivas aprofundadas sobre os assuntos mais relevantes do momento.

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