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13/05/2008 - 19h25

Saída de ministra afeta imagem do Brasil, diz professor da LSE

ALESSANDRA CORRÊA
da BBC Brasil em São Paulo

Na opinião do professor da London School of Economics (LSE), Anthony Hall, a saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente afeta a imagem que o mundo tem do Brasil no que diz respeito às questões ambientais.

"Eu acho que sua saída vai ser interpretada como um enfraquecimento da preocupação do governo com o meio ambiente e com a conservação da floresta", afirmou Hall em entrevista à BBC Brasil.

"Não sei se é verdade, mas será visto assim", afirmou Hall, especialista em desenvolvimento sustentável e pesquisador de questões ligadas à floresta amazônica há mais de 20 anos.

Segundo Hall, devido a fatores como suas origem pobre, sua atuação no movimento de seringueiros e sua condição de ex-analfabeta, Marina Silva simbolizava progresso social e também a importância dada pelo governo à questão do meio ambiente.

"Sua nomeação para o ministério foi um golpe de mestre do presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva)", disse Hall.

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"Será muito difícil substituí-la. Encontrar alguém que simbolize esses valores", afirmou Hall.

Segundo o professor da LSE, a ministra também tinha um papel importante ao dar "um certo grau de uniformidade" entre os objetivos do governo e das ONGs (Organizações Não-Governamentais).

Considerada um símbolo da luta pela conservação da floresta amazônica, Marina Silva tem uma imagem positiva no exterior.

Em janeiro deste ano, a ministra chegou a ser citada pelo jornal britânico "The Guardian" em uma lista das "50 pessoas que podem ajudar a salvar o planeta".

O jornal afirmava que, sob sua gestão no ministério, o desmatamento na Amazônia caiu 75% e vastas áreas de floresta foram destinados a comunidades indígenas.

Em uma reportagem de 2005, o jornal americano The New York Times afirmava que graças à liderança da ministra, "o Brasil está começando a impor sua autoridade em áreas da floresta onde não havia lei".

Comentários dos leitores
José Alberto (118) 25/06/2009 20h22
José Alberto (118) 25/06/2009 20h22
VAMOS COMEÇAR POR BAIXO: AMERICANOS NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, DESMATARAM TUDO,CHINESES NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, INDIA NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, RUSSIA NÃO TEEM NEM UM PAU ANTIGO, FRANÇA ENTÃO ONDE VAI POR UM PAU ANTIGO SE É TÃO PEQUENA COMO O NOSSO O QUE SEM DEFINIÇAÕ, ALEMANHA, JAPÃO,EM TODO LUGAR QUE SE OLHA SÓ TEEM DESTRUIÇAO DE FLORESTA E O QUE RESTA E ESTÃO ACABANDO COM ELA TB ....AMAZONIA........E OS BRASILEIROS A ESTÃO ABANDONANDO...QUE PREÇO PAGAMOS PARA ASSSSINATOS....ACEITAMOS.... sem opinião
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sostenes lima de alencar (7) 06/06/2009 16h54
sostenes lima de alencar (7) 06/06/2009 16h54
carlos minc já deveria ter caído há tempos esse cidadão desde o inicio se envolve em atritos e agora vai ter que explicar no congresso sua presença na marcha da maconha,num momento em que a violencia explode sustentada pelas drogas o que é isso gente? sem opinião
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Sudeste/ sudestino (110) 03/06/2008 16h34
Sudeste/ sudestino (110) 03/06/2008 16h34
Shouthem Brazil Lumber & Colonization Company do norte-americano Percival Faquhar, recebeu do governo brasileiro autorização para colonizar Paraná e Santa Catarina.
A empresa enviou do Paraná para os EUA, 250 milhões de pinheiros da espécie araucária documentados, chegando a 750 milhões de forma ilegal.
Em Santa Catarina o norte-americano mandou para os EUA 800 milhões de árvores.
A conseqüência dessa colonização estrangeira foi a guerra do contestado de 1912 a 1916.
Fonte: Wikipédia - Destino Manifesto
5 opiniões
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