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16/09/2006 - 09h36

Tucanos vêem ação do PMDB em entrevista

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da Folha de S.Paulo

O comando da campanha de José Serra aposta na participação do PMDB em suposta operação montada para acusar o candidato de envolvimento com a máfia dos sanguessugas. A capa da revista "IstoÉ" foi exibida ontem mesmo no programa eleitoral pelo candidato do PMDB, Orestes Quércia.

Sem identificação da coligação, o que poderá render punição do TSE, os ataques ao tucano foram feitos antes de Quércia falar. Segundo Quércia, sua opção foi por uma exposição discreta, para "depois, não dizerem que o partido não quis mostrar [a reportagem]".

Ainda ontem, o coordenador de campanha de Serra, Aloysio Nunes Ferreira, lançou desconfiança sobre a participação do PMDB ao mencionar "aliados ocultos" do PT. Tucanos falam na participação do partido.

Quércia reagiu, chamando a acusação de irresponsável e desonesta. Ele recomendou que, "em vez de procurar culpados", o PSDB deve esclarecer a acusação.

Quércia disse que foi sua a decisão para exibição da reportagem no programa, tomada na tarde de ontem.

Apesar de o PSDB insistir em que o tiro saiu pela culatra, o programa ontem finalizou com um antídoto: "Preste atenção. Vai começar o vale tudo contra Serra".

A ofensiva de Quércia contra Serra faz parte de um acordo de não-agressão entre o peemedebista e Mercadante, que deixou o petista livre do ônus dos ataques ao favorito nas pesquisas. Ele mostrou obras do governo federal e apresentou números da pesquisa Ibope em que cresceu cinco pontos.

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