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02/10/2008 - 08h39

Para cientista, linhagem nacional de célula-tronco dá independência

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DIMITRI DO VALLE
da Agência Folha, em Curitiba

Reunidos ontem no Simpósio Internacional de Terapia Celular, em Curitiba, cientistas brasileiros comemoraram a criação da primeira linhagem nacional de células-tronco embrionárias e disseram que ela representa "um novo marco" na pesquisa no país.

Lygia da Veiga Pereira/Divulgação
Primeira linhagem nacional de células-tronco embrionárias, batizada BR-1, foi confirmada pelo laboratório de Lygia da Veiga Pereira
Primeira linhagem nacional de células-tronco embrionárias, batizada BR-1, foi confirmada pelo laboratório de Lygia da Veiga Pereira

O trabalho do grupo coordenado por Lygia da Veiga Pereira, do Instituto de Biociências da USP (Universidade de São Paulo), trará, segundo pesquisadores, mais autonomia e rapidez nos trabalhos com células-tronco, promessa no combate a males degenerativos.

Sócio de Pereira na pesquisa, Stevens Rehen, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), afirmou que os efeitos do "novo marco" poderão ser sentidos com a eliminação das importações de células-tronco.

Os resultados da pesquisa poderão ser acessados pelos cientistas por meio da Rede Nacional de Terapia Celular, a ser implementada pelo Ministério da Saúde até o final deste ano. Rehen disse que, além de centralizar as informações e o material à disposição dos cientistas, a rede fará treinamento para o cultivo de novas linhagens de células-tronco.

"Só saber que dominamos uma tecnologia dessas mostra como as agências governamentais devem continuar financiando trabalhos científicos, pois eles têm dado respostas ao país", disse Antônio Carlos Campos de Carvalho, do Instituto Nacional de Cardiologia, com sede no Rio.

"A pesquisa trará independência e abertura para outros trabalhos 100% nacionais envolvendo essas linhagens", disse presidente do simpósio, Paulo Brofman, da PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná).

Comentários dos leitores
Julio Togni (1) 18/06/2009 14h32
Julio Togni (1) 18/06/2009 14h32
Parabéns aos pesquisadores da USP pela importante descoberta.
Lendo algumas opiniões abaixo sobre pesquisas com células-tronco não pude dexar de notar como, atualmente, é comum "malhar" a Igreja Católica como se ela fosse responsável por inúmeros males presentes no mundo.
Quanto ao assunto em questão, gostaria de expor, com maiúsculas: A IGREJA CATÓLICA NÃO É, NÃO FOI E NUNCA SERÁ CONTRA A PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO! É CONTRA A PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS ( E DEVE SER MESMO! ).
É muito importante que haja limites nas pesquisas científicas pois elas não são mais válidas quando realizadas com agressão à vida ou à dignidade de qualquer ser humano, inclusive daqueles que estão nos primeiros estágios de seu desenvolvimento.
Parabéns, novamente, à equipe da USP. E o meu desejo de que a continuidade na pesquisa com células-tronco adultas traga resultados mais espetaculares ainda.
3 opiniões
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Conforme relata a Bíblia, Deus fez Adão cair num sono profundo ( anestesia ), serrou-lhe as costelas ( fez uma cirurgia ) e multiplicando as células fez Eva e deu-lha a Adão.
Está aí uma comprovação científica do relato Bíblico.
Células troncos podem ser retiradas de adultos e transforma-las em qualquer órgão, osso, cartilagem e tecido.
Parabens aos cientístas da USP !
Tanto a medicina halopata, homeopática e a fitoterápica vem trazendo benifícios à humanidade, mas a mais promissora de todas é a fitorerápica, pois é ortomolecular.
Na flora da amazônia estão escondidos segredos da " fonte da juventude " ou no mínimo a longevidade de uma vida saudável, como era na antiguidade.
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eduardo camillo (77) 18/03/2009 13h48
eduardo camillo (77) 18/03/2009 13h48
Novamente as células adultas caminhando a anos luz das embrionárias. E tem gente que num aprender... 34 opiniões
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