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11/02/2003
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15h12
O cientista mexicano Luis Ferrer Argot disse hoje que, segundo estudos europeus, a Argentina é o país mais afetado com a "emigração de cérebros", fenômeno que incluiu entre as consequências negativas da globalização sobre os países em desenvolvimento.
"Na Europa, órgãos educativos acabam de difundir um documento no qual figura a Argentina como o país que mais perde cientistas de alto nível para o mundo", afirmou Ferrer.
O cientista, formado em engenharia mecânica, disse que o segundo país mais afetado é o Peru e, em terceiro, o México. Segundo ele. "a globalização prejudica nossos países porque para ingressar nela não nos preparamos de forma suficiente".
"Dos jovens cientistas argentinos que vão estudar em centros de países desenvolvidos, 50% não retornam a seus países e continuam a desenvolver suas capacidades em países centrais", disse o mexicano.
No Brasil, não há dados estatísticos sobre ida de cientistas para outros países, segundo o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Com Folha Online
Argentina é o país que mais sofre com "fuga de cérebros"
da France Presse, em Buenos AiresO cientista mexicano Luis Ferrer Argot disse hoje que, segundo estudos europeus, a Argentina é o país mais afetado com a "emigração de cérebros", fenômeno que incluiu entre as consequências negativas da globalização sobre os países em desenvolvimento.
"Na Europa, órgãos educativos acabam de difundir um documento no qual figura a Argentina como o país que mais perde cientistas de alto nível para o mundo", afirmou Ferrer.
O cientista, formado em engenharia mecânica, disse que o segundo país mais afetado é o Peru e, em terceiro, o México. Segundo ele. "a globalização prejudica nossos países porque para ingressar nela não nos preparamos de forma suficiente".
"Dos jovens cientistas argentinos que vão estudar em centros de países desenvolvidos, 50% não retornam a seus países e continuam a desenvolver suas capacidades em países centrais", disse o mexicano.
No Brasil, não há dados estatísticos sobre ida de cientistas para outros países, segundo o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Com Folha Online
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