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Comentários de S C Oliveira
Em 07/12/2009 18h53
Vamos ser honestos com os fatos! O Flamengo não ganhou o compeonato ontem, como especulam aqui. Ganhou quando venceu, com méritos, o Atletico no Mineirão, o Palmeiras no Palestra e o São Paulo no Maracanã, escalando em cima de 3 grandes proponentes ao título na reta final. Ainda assim seria insuficiente, caso não fosse a incompetência de Palmeiras e São Paulo em administrar as vantagens que conquistaram ao longo do campeonato.
Pôde encenar o último ato do título com o Grêmio de forma quase teatral e jogando um mau futebol porque o campeonato por pontos corridos assim permite, abrindo espaço para prevalecerem os interesses extra campo quando a decisão fica para a(s) última(s) rodada(s). Por sorte do Flamengo ele era, dentre os candidatos ao título e também dentre os organizadores do futebol brasileiro, o que menos rejeição tinha para se tornar campeão neste momento, somado ao fato de que seus rivais no RJ não tiveram oportunidade ou puderam fazer "corpo mole" para prejudicá-lo. Alguém tem dúvida que o Botafogo perderia aquele jogo para o São Paulo se tivesse numa posição favorável na tabela como fez o Corinthians em Campinas? Acho que ninguém.
Em resumo, o Flamengo foi campeão por conta da incompetência dos adversários, da combinacão favorável dos jogos finais, da impossibilidade de conluio de seus rivais e de sua própria competência, como qualquer história de conquista no futebol.

Em Campeonato Brasileiro
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Em 19/11/2009 01h16
Decisões sobre extradições no Brasil sempre foram de competência do Poder Executivo. O STF entrou de enxerido nesta história, contaminado pelo desespero oposicionista em desgastar o governo Lula. Ao final conclui o óbvio, faz papel de ridículo e nos faz assistir a cena pífia de ver seu presidente, rancorosamente, relutar em anunciar o veredicto. A que ponto chegou a suprema corte brasileira!

Em Extradição
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Em 06/10/2009 15h15
Quanta ingenuidade em achar que Olimpíadas param aqui ou ali por critérios técnicos. Vamos cair na real, estes critérios só servem para justificar eliminações. Qualquer decisão deste porte, onde quer que seja tomada, é estratégica e EMINENTEMENTE POLÏTICA. É só olhar os atores envolvidos. É o "peso" daqueles que defendem a candidatura que conforma a decisão, muitas vezes para a decepção dos mais preparados. Embora muitos brasileiros desconheçam ou relutem em admitir, o país é governado por um presidente que goza de um ENORME PRESTÍGIO INTERNACIONAL e soube capitalizá-lo. Minimizar isso a favor de três ou quadro construções realizadas para o PAN2007, ou de alguns políticos de segunda linha ali envolvidos, é não entender nada deste mundo político em que vivemos.

Em Honduras
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Em 06/10/2009 12h28
Helio Figueiredo (06/10/09, 9h58)
Parabéns pela reflexão sobre a Turma da Kombi. Realmente se tomarmos em proporção ao Brasil, esta turma cabe numa Kombi. No entanto, o que não cabe nela são seus bens. Esta turma detém os principais veículos de comunicação de massa brasileiros e já perderam a vergonha de estarem fazendo um jornalismo de cunho político partidário deplorável. O desespero deles é que o povo não está caindo nesta esparrela da negativização permanente e vem reconhecendo os avanços e méritos do governo Lula. Pode apostar que os autofalantes desta Kombi ainda vão propalar muitas "barbaridades" até 2010.
Abçs

Em Honduras
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Em 05/10/2009 10h48
Jose Reis Barata Barata,
Já tinha decidido não mais te responder. Não valer a pena. Na vida, cada um seleciona "bons argumentos" para justificar tudo aquilo que crê, e você não é excessão.
De modo que o seu "tijolaço" normativo, que mas parece uma tentativa de impor suas próprias opiniões e inclinações sobre as idéias dos outros, vai ficar sem resposta. Me seria muito custoso "depurar" as várias confusões de seu texto sem contar com a belevolência desta FOLHA em não ter minhas palavras limitadas nesta empreitada.
Porém, em consideração aos demais leitores, vou, na melhor das intenções, te alertar para algo equivocado que nutre todos seus argumentos: você cultua uma suposta verdade universal, procurar fazer buscas a ela, se comporta achando que o que você crê tem sintonia com ela, falseando opiniões divergentes. Sinto lhe decepcionar, mas nem na ciência, que você tanto vê como celeiro desta "verdade", ela existe. Vai lhe parecer chocante, mas resultados científicos consolidados nada mais são do que formulações que não encontram contraditório com a capacidade que se tem de observar. É por isso que a ciência de hoje não é a de ontem. Nas ciências ditas "moles", como as ciências sociais e filofógicas, isto é evidente, haja vista seus pouquíssimos resultados sem significativos contraditórios.
Então, em respeito a todos, não vamos pinçar da literatura opinioes descontextualizadas e convenientes para fazer de nossas crenças supostas "verdades" . Este forum agradeçe.
Abç

Em Honduras
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Em 02/10/2009 08h53
José Reis Barata Barata (01/10/2009 14h27)
Caro, com sua licença, "se liga neste tripé":
1) Não trato a questão de Honduras sob a ótica das providências da comunidade internacional. Mas perceba que há muito se foi o tempo em que cada "nação" era soberana para ter o ditador que "quisesse" ou "permitisse" e ninguém se intrometia. Uma das mais profundas conseqüências da globalização foi o enfraquecimento das fronteiras econômicas, jurídicas e políticas. Com isso, corre uma inevitável convergência para um núcleo tácito de "cláusulas pétreas" no mundo de hoje. O que se passa em Honduras é expressão disso.
2) Não faço alusão entre maioria e verdade. Esta construção é sua. Meus argumentos associam maioria com expressão de uma crença (vontade) coletiva, capaz de construir "consensos" sobre regras e estados vigentes, capaz de tornar mais sólido qualquer processo (nada haver com verdade).
3) Quanto ao seu esforço em associar a inevitável diversidade de uma estratificação social com uma espécie de prevalência dos mais "capazes" em decidir em uma democracia, este, é marco de nossa antagônica linha de argumentação. Democracia não é igualdade social, como você faz alusão, mas fundamentalmente igualdade de oportunidade. É neste cenário que o voto universal e a legitimidade da representatividade são sagrados neste regime político. Não é possível posar de democrata sem cultuar isso, ainda que se ache que a "originalidade" reside numa casta e a massa se "aloja em mediocridade".
Abç

Em Honduras
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Em 01/10/2009 09h58
Jose Reis Barata Barata (01/10/09)
Registro sua réplica a um comentário meu e reconheço que você tem pontos a favor de seus argumentos, especialmente quando cita Rudolf Von Jhering. O que não fecha, contudo, é que um Estado pode se organizar (e isso inclui o arcabouço legal) em torno de privilégios e favorecimentos a uma classe minoritária e dominante em detrimento dos interesses maiores da população como um todo, seja pela força, pela dominação socio-econômica ou por rigidezes históricas. Neste caso, é preciso cuidado para não reverenciar cláusulas pétreas e estar corroborando para sustentar uma situação vigente que não preenche o interesse maior de uma nação. A sustentação de situações desta natureza, mais cedo ou mais tarde leva a rupturas e a história está repleta delas, muitas desfazendo Estados organizados. Por isso, cultivo um respeito enorme as manifestações vigorosas e autênticas vindas do povo, pois podem estar clamando alforrias. Em resumo, este é o grande dilema das instituições no sentido amplo do termo: se por um lado estabilizam e dão segurança, por outro engessam e obstruem mudanças. Sábia é a nação democrática, no mundo de hoje, que sabe estabelecer mecanismos para usufruir da rigidez das instituições permitindo sua flexibilização em momentos de mudanças.
Abçs,
S C Oliveira (12h57)

Em Honduras
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Em 30/09/2009 18h10
Realmente já é hora de parar com a hipocrisia neste forum, especialmente o das eternas viúvas inconsoláveis de FHC que, a todo tempo, polemizam todos os atos do governo Lula, alardeando imaginárias consequencias supostamente negativas para o Brasil, tendo a intenção velada de desgastar o governo para o processo eleitoral de 2010. A quem pensam que convencem? Hoje a polêmica é Honduras, mas já foi a crise "marolinha", o encontro da Dilma com a secretária da Receita, a "condenável" preferência pelos caças franceses, o "nocivo" aperto à mão do Chaves, e por ai vai, para ficar apenas nos mais recentes. São todas discussões estéreis para o desenvolvimento brasileiro. No início, muita polêmica, quando vislumbram que o resultado não será o alardeado, troca-se subitamente de assunto em busca de nova "polêmica". Uma estratégia que não vem dando certo por um simples motivo: tudo que vem sendo sistematicamente alardeado "insiste" em não se concretizar, para a infelicidade de muitos aqui. Aposto com quem quiser aqui que, se a diplomacia brasileira sair reconhecidamente engrandecida deste episódio, nenhuma destas viúvas de FHC, e, possivelmente, nem esta FOLHA, vai fazer qualquer "meia-culpa", como não vejo fazer nas "polêmicas" passadas. Isto, para mim, é HIPOCRISIA.

Em Honduras
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Em 30/09/2009 12h57
Cabe esclarecer que NÃO EXISTEM CONSTITUIÇÕES ETERNAS OU IMUTÁVEIS. Todas elas podem ser alteradas ou mesmo reescritas. Em geral, existem ritos processuais específicos para regular as alterações e NENHUMA LINHA prevendo sua inteira reformulação. É assim em todo canto do planeta, embora quase todos os países já reescreveram suas constituições. E a explicação é simples: elas acontecem em MOMENTOS DE RUPTURA. O Brasil já viveu vários destes momentos quando entramos e saímos de regimes ditatoriais. Quando há consenso na sociedade, esta ruptura parece natural, quando náo há, pode soar como oportunismo. Em regimes democráticos, QUEM AVALIZA ESTA RUPTURA É O POVO, e o instrumento comumente utilizado é o plebiscito convocatório de assembléia constituinte. SE O POVO QUISER NOVA CONSTITUIÇÃO, NÃO HÁ FIGURA NA REPÚBLICA CAPAZ DE DESAUTORIZAR O PROCESSO. É assim em qualquer democracia que se preze e fim.
O que aconteceu em Honduras foi que Zelaya quis disparar um processo de ruptura que, por motivos que não cabe aqui, não era consensual. Para isso, buscava o "alvará" do povo. Em tese, não há nada de errado nisso. Como também não há nada de errado naqueles que julgam a Constituição adequada e a defendem. Se ambos os lados deste movimento ganharem força, mais cedo ou mais tarde O POVO HONDURENHO DEVERÁ SER CHAMADO PARA ARBITRAR A QUESTÃO. Será a maioria impondo sua vontade à minoria. E isto, definitivamente, não poderá ser chamado de golpe, sejam quais forem os protagonistas de plantão.

Em Honduras
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Em 28/09/2009 09h14
Até agora travestido de uma "legalidade oportunista", enfim o governo de Honduras mostra sua verdadeira cara: SOMENTE GOLPISTAS LIMITAM A LIBERDADE DE IMPRENSA, especialmente quando percebem que sua posição não resiste à ampla divulgação dos fatos.

Em Honduras
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Em 25/09/2009 15h08
PARA BOTAR FIM A TAMANHA DESINFORMAÇÃO:
1) A Const. hondurenha preve consultas populares por iniciativa do Presidente
2) A pergunta que Zelaya levaria ao povo em junho era se ele autorizava um plebicito em novembro, junto com a eleicao presidencial em que ele não era candidato, para saber se o povo desejava uma assembleia constituinte para rever a Constituiçao.
3) Se desta revisão iria se permitir reeleicao é pura especulação, mesmo porque, não valeria para o atual mandato de Zelaya.
4) Como existem mecanismos outros para se alterar a Constituiçao (a menos de 7 cláusulas pétreas), a interpretação do Supremo foi a de que tal plebicito só teria sentido se visasse mever numa destas 7 cláusulas, o que a Constituição veda. Em outras palavras, a leitura foi a de que consulta ao povo pode, mas não para mexer na Constituição. Discutível, mas uma interpretacao legitima.
5) O que se sucedeu é que foi ilegitimo: ao inves de trilhar caminhos institucionais (impeachment), grupos opositores a Zelaya se travestiram de justiceiros e quebraram a ordem legal, depondo o presidente sem amparo na Lei
6) Embora, a rigor, isto diga respeito apenas ao povo hondurenho , o que o Brasil e outros estão fazendo neste episódio é mostrar (e não passa disso) que, no mundo de hoje, a integração entre as nações e o desenvolvimento regional conjunto não se tolera casuísmos e quebras institucionais. Também discutível, mas igualmente legitimo.
O RESTO É RELES IDEOLOGIA DE OPOSITORES E SIMPATIZANTES DO PT

Em Honduras
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Em 22/09/2009 13h20
Só para lembrar: FHC alterou a constituição brasileira e se relegeu presidente sem que o povo brasileiro fosse consultado e sob denúncias de compra de votos. Somente porque era do interesse de uma elite política e judiciária, tudo pareceu normal e ético, embora não tenha sido.

Em Honduras
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Em 05/11/2008 07h45
O discurso de McCain ontem a noite foi, para mim, mais uma clara demonstração do que é política em país desenvolvido. Não só reconheceu a derrota, mas declarou seu apoio a Obama, deixando para trás possíveis rancores da campanha certo de que, só assim se leva um país para frente. No Brasil, o vencido estaria anunciando governo paralelo, partindo para um auto exílio no exterior, reclamando favorecimentos, etc. Um comportanmento pequeno de políticos (e sociedade) que não vêem que a democracia não oferece oportunidades se a rivalidade transpassar o momento da escolha. Enquanto assim formos, subdesenvolvidos serem.

Em Eleições nos EUA
48 opiniões
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Em 13/07/2008 15h21
Acho que está chegando a hora de o Brasil experimentar um impeachment de um presidente do STF.

Em Mensalão
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Em 03/06/2008 09h37
A CPI dos Cartões chega ao fim da mesma, de forma melâncólica, pelos mesmos motivos que suas congêneres anteriores: acabou o potencial político de sua exploração. Enquanto se vivia a versão de chantagem por meio de dossiê, trazida a tona e inflada por segmentos apequenados da mídia, ela parecia do interesse "de todos" e ganhava as manchetes. Quando se descobriu a versão que o tal dossiê, e por tabela a CPI, poderia ter vindo a público não por iniciativa daqueles do governo, mas sim por solicitação que um assessor de senador tucano fizera a um amigo na Casa Civil, as "investigações" murcharam com se tivessem perdio o "encanto". A continuar, possivelmente viríamos que não se tratou de alopragem, mas sim de arapongagem. Sendo assim, foi melhor para todos (inclusive a oposição) assumir que este "escandalo" deu VELHA, tal como o jogo. Que vivamos o próximo, que certamente terá uma dinâmica semelhante.

Em Cartões corporativos
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Em 12/05/2008 18h24
Aparecido era, como disse o senador Alvaro Dias, um informante se seu assessor junto à Casa Civil. No passado isto tinha um nome: ARAPONGA. Inventar futricas com a chefia e colegas de trabalho de desfarçatez. Se os dados eram sigilosos, este senhor cometeu um crime. Se náo eram, nào existe dossiê! As simple as that.

Em Dossiê anti-FHC
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Em 09/05/2008 10h44
Conhecendo a mídia e a oposição que temos, e seguindo a máxima de todo detetive: PROCURE PISTAS NAQUELES QUE SE BENECIFIARAM DO OCORRIDO, pode-se fazer a seguinte ilaçao. 1) A Ministra, segundo ela mesmo disse, avisou a oposião que ia fazer um "levantamente do dados" sobre este passado. 2) A "curiosidade" e a contra-informação do PSDB se aguça. 3) Procura-se elos com a Casa Civil, e encontra-se uma relação de amizade entre dois altos funcionários, que pode ser maior que seus vínculos políticos. 4) Aborda-se o funcionário e ele vaza dos dados em "consideração". 5) As rapousas tucanas vislumbram um eventual fato político e em parceria com a mídia oposicionista, difundem a versão do dossiê. 6) Criminalizam o ato e imputam culpa ao governo, passando a cobrar "providências" e a colher dividendos políticos.
Estas são digressões tão possiveis quanto as que veículam nos jornais. Até agora não vi um fato que atentasse contra esta possibilidade, nem tampouco matérias jornalistas levantasem esta suspeição. Se querem investigar o dossiê, que se considere todas as hipóteses! O leitou agradece.

Em Dossiê anti-FHC
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Em 09/05/2008 09h55
Já fiz alguns comentários neste forum sobre a pobreza do jornalismo da FOLHA, mas esta matéria me faz suscitar uma vontade de síntese:
1) Expressa um reducionismo jornalístico a que, lamentavelmente, vem marcando a linha editorial deste jornal. A FOLHA é cada vez mais um jornal para poucos, especialmente aqueles que se opõem ao governo Lula. Fala por eles e para eles.
2) A FOLHA se rendeu a uma estratégia de busca desavergonhada pelo ELO PERDIDO, no qual os grandes meios de comunicação propagavam, principalmente em períodos eleitorais, factóides jornalísticos que se propagavam suficientemente na sociedade para conformar as escolhas de "nossos" políticos. A eleição de Lula rompeu esta cadeia e vem jogando ao chão as máscaras de muitos jornalistas a fim de restabelecê-la.3)
3) Na linha das duas anteriores, este tipo de jornalismo presta um desserviço ao país. Trata política como um campeonato de futebol, que vive e se alimenta da rivalidade. Na medida em que incentiva esta prática inibe a cooperação e obstaculiza o desenvolvimento do país. A história das nações revela que há dois processos de promoção de desenvolvimento acelerado: contar com um ditador benevolente ou promover um entendimento nacional. Lutamos para ter somente a segunda opção e esta FOLHA poderia contribuir para cessar a pirraça dos políticos em "torcerem" para que o Brasil não dê certo na mão do outro. ISTO É MESQUINHO E PEQUENO, E NÃO PRECISAVA POVOAR AS MANCHETES DE UM JORNAL QUE TEM A HISTÓRIA DA FOLHA!

Em Dossiê anti-FHC
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Em 07/05/2008 17h11
Já havia comentado que Gabriela Guerreiro incorre em miopia jornalística ao destacar frases da Ministra ditas em contextos específicos para caracterizar, para o leitor, o que está se passando na comissão do Senado. Novamente está a jornalista enaltecendo fatos de menor importância para manter acesa a chama do falso clamor público pela divulgação dos gastos presidenciais. É preciso mais apreço à inteligência dos leitores. Quem está acompanhando o depoimento da Ministra está vendo que ela "botou no bolso" todos os senadores, até mesmo os de oposição. O PAC e seus desdobramentos nos respectivos Estados de cada um deles é que tomou conta da discussão, para a sorte do país. O que a jornalista não disse foi que a CPI do Cartão, que ela parece querer alimentar, foi dada como morta pelo próprio Sergio Guerra (PSDB). Mas esta não parece ser notícia de valor!

Em Cartões corporativos
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Em 07/05/2008 11h49
Destacar que a Ministra se emocionou diante de seu passado a fim de sugerir que ela se fragilizou na comissão do Senado é falta de profissionalismo. Seja mais honesta com os fatos Grabriela Guerreiro! Está passando ao vivo para todo o Brasil e todos pudemos ver que a Ministra deu uma lição no Senador Agripino Maia, que se calou de vergonha da ilação que fez. Dilma se agigantou diante de um senador que, convehamos, foi fraquinho e infeliz. Com diz outro jornal: Dilma ganhou o primeiro round de nocaute! Esta é que deveria ser também a sua manchete.

Em Dossiê anti-FHC
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