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18/10/2007 - 10h52

BRA demora quase 63 horas para realocar passageiros de vôo cancelado

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da Folha Online

Um grupo de 35 passageiros espera embarcar em um vôo da BRA que passará por Lisboa (Portugal), Madri (Espanha) e Milão (Itália) no final da tarde desta quinta-feira, depois de quase 63 horas de espera. O problema foi causado pela quebra de uma das aeronaves da empresa, um Boeing 737.

Originalmente, o vôo sairia de Natal (RN) na madrugada de terça-feira e passaria por Recife (PE), Lisboa, Madri e Milão. Só que, antes da primeira decolagem, o avião teve problemas em um compressor do motor e foi levado para manutenção. O conserto, segundo a BRA, terminou no começo da noite de ontem (17).

Mesmo assim, na manhã desta quinta-feira, a previsão era a de que o grupo partiria de Recife, em outro vôo da BRA, às 17h20 --quase 63 horas depois da decolagem original. Ontem, a BRA afirmou que não conseguiu colocar os passageiros em outro avião porque suas dez aeronaves estavam voando.

Por telefone, um dos passageiros prejudicados, a jornalista Glau Gasparetto, 31, contou que, ontem, a BRA chegou a enviar um ônibus para pegar os passageiros com a promessa de que eles embarcariam em um vôo da TAP. "Estávamos todos prontos, com as malas guardadas, quando soubemos que só embarcariam aqueles que estavam em uma lista. Eu e meu marido, por acaso, estávamos. Quando chegamos no aeroporto, porém, a história era outra. Não havia lugar no vôo da TAP, e nós ficamos. O clima no hotel é péssimo."

Segundo Gasparetto, algumas pessoas já desistiram de viajar. "Ontem, um casal que estava com uma criança pequena comprou outra passagem. Há um casal em lua de mel que ficaria sete ou oito dias viajando e que, agora, perdeu quase três. Eu e meu marido perdemos uma etapa. Começaríamos nosso passeio por Madri mas, para não perder as reservas, agora, vamos direto para Londres, onde deveríamos ter chegado hoje cedo."

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Comentários dos leitores
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
Valdir Antonelli (5) 11/07/2008 21h21
SAO PAULO / SP
Pelo jeito a empresa nunca mais vai poder montar stands, parquinhos ou fazer divulgação né? Me sensibilizo com as famílias que perderam alguém no voo, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. Juro que quando li a manchete pensei que a TAM tivesse montado algo no local do acidente, mas depois que vi que era em um shopping achei absurdo os comentários e o tom da reportagem. 4 opiniões
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Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
Marina Boschini (1) 11/07/2008 20h06
CAMPINAS / SP
Eu compreendo o sentimento dos familiares, mas devo discordar. Faz 3 anos que minha mãe faleceu, todos os dias sinto sua falta, mas em épocas como o dia das mães é ainda pior; deveria eu ficar indignada com todas as propagandas veiculadas perto da data? Não seria uma insensibilidade das empresas com todas as pessoas que perderam suas mães? Sinto muito, mas uma coisa não leva a outra. Por acaso, as famílias só se lembram de seus parentes em Julho? Faz parecer que se um parente das vítimas passasse perto desse parquinho em Outubro ele não se incomodaria. Lutem sim pelos seus direitos, mas com argumentos válidos. 9 opiniões
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Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
Claudio Koseki (1) 11/07/2008 18h28
OSASCO / SP
Me desculpe, não li todos os comentários, mas, realmente, o que uma coisa tem a ver com a outra?
Agora, por causa do acidente a TAM deve fechar as portas, colocar todos os colaboradores na rua, cair no ostracismo, não mais patrocinar eventos, enfim.
Estamos há menos de uma semana para que o acidente complete 1 ano, creio que haja uma certa, vamos dizer, apimentada na reportagem. É pertinente uma matéria deste tipo às vésperas deste acidente que chocou o Brasil.
Agora, leram a reportagem, sobre a "lajona" em CGH para o pátio VIP? http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u421333.shtml . Olha, de forma alguma provocando os familiares das vítimas do JJ3054, mas com todo o respeito, cadê a mesma energia para atacarem mais esta brilhante atuação do ministro Nelson Jobim?
Aliás, apenas por informação as mesmas pistas que os jatos do GTE (Grupo de Transporte Especial do qual o A319 presidencial faz parte) usam são as mesmas pistas das demais aeronaves e inclusive, se o Sr. Presidente está abordo de uma aeronave, o aeroporto tem suas operações comerciais suspensas temporariamente para que esta aeronave pouse ou decole.
Esta medida sim é uma provocação, não o Parquinho da TAM no Shopping.
17 opiniões
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