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28/07/2003
-
17h59
O procurador-geral de Justiça do Rio, Antonio Vicente da Costa Junior, determinou hoje que sua Assessoria de Investigações Penais realize novas diligências no inquérito aberto para apurar se o secretário de Esportes do Estado, Francisco de Carvalho, o Chiquinho da Mangueira, mantinha envolvimento com traficantes.
O chefe da Assessoria de Investigações Penais, procurador Alexandre Araripe Marinho, foi designado para ps trabalhos. Segundo o Ministério Público, ele deverá mandar ofícios aos comandantes do Comando Militar do Leste e do 1º Distrito Naval e pedir informações sobre o resultado de investigações que teriam feito sobre a vinda de representantes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) para o Rio e sobre um suposto envolvimento de Chiquinho da Mangueira com o traficante Francisco Testas Monteiro, o Tuchinha.
Um outro pedido de informações deverá ser enviado ao deputado federal Josias Quintal, ex-secretário da Segurança do Rio, já que um documento do serviço de inteligência do Exército foi difundido para a Subsecretaria de Inteligência.
Chiquinho da Mangueira é investigado por causa de um suposto pedido de "trégua" ao tráfico que teria feito ao tenente-coronel Erir da Costa Filho, ex-comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar. Ele, porém, afirma que pediu apenas para que não fossem realizadas operações policiais na favela nos horários de entrada e saída de estudantes.
Procurador-geral do Rio quer novas investigações no caso Chiquinho
da Folha OnlineO procurador-geral de Justiça do Rio, Antonio Vicente da Costa Junior, determinou hoje que sua Assessoria de Investigações Penais realize novas diligências no inquérito aberto para apurar se o secretário de Esportes do Estado, Francisco de Carvalho, o Chiquinho da Mangueira, mantinha envolvimento com traficantes.
O chefe da Assessoria de Investigações Penais, procurador Alexandre Araripe Marinho, foi designado para ps trabalhos. Segundo o Ministério Público, ele deverá mandar ofícios aos comandantes do Comando Militar do Leste e do 1º Distrito Naval e pedir informações sobre o resultado de investigações que teriam feito sobre a vinda de representantes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) para o Rio e sobre um suposto envolvimento de Chiquinho da Mangueira com o traficante Francisco Testas Monteiro, o Tuchinha.
Um outro pedido de informações deverá ser enviado ao deputado federal Josias Quintal, ex-secretário da Segurança do Rio, já que um documento do serviço de inteligência do Exército foi difundido para a Subsecretaria de Inteligência.
Chiquinho da Mangueira é investigado por causa de um suposto pedido de "trégua" ao tráfico que teria feito ao tenente-coronel Erir da Costa Filho, ex-comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar. Ele, porém, afirma que pediu apenas para que não fossem realizadas operações policiais na favela nos horários de entrada e saída de estudantes.
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