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01/06/2003
-
08h45
Os homens fortes do governo talvez não acreditem em bruxas. Mas devem ficar de olhos bem abertos. Um deles deverá cair em dezembro -e tudo indica que será o ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho-, segundo a astróloga e pedagoga Hanna Opitz.
Ela é conhecida no mundo da astrologia, onde atua há 17 anos, pelo alto índice de acerto em suas previsões. Em 1998, por exemplo, ela previu com três meses de antecedência o dia exato em que a Bolsa de São Paulo começaria a despencar.
Agora, lançando mão da astrologia e da análise do simbolismo mitológico, ela vem acompanhando o novo governo desde a primeira hora. "A posse de Lula aconteceu no momento em que o Sol e o asteróide Kiron estavam em conjunção [lado a lado] exata no céu, no mapa astral do Brasil", diz Hanna. "A chance de isso acontecer num mapa astral é de uma para 10.800", acrescenta.
Kiron, na astrologia, simboliza a cura. Para Hanna, 2003 é o ano da cura do país, quando acontecerão as grandes mudanças na economia e na vida da população.
Além da astrologia, Hanna lança mão da mitologia grega para tentar antever o futuro do atual governo. Kiron, na mitologia, é representado por um centauro (metade homem, metade cavalo) que tem uma pata permanentemente machucada.
Hanna diz que tudo indica ser o ministro Palocci o Kiron do Planalto. "É um médico convocado pelo presidente para "curar" o Brasil", argumenta. Depois do acidente futebolístico em que machucou o pé, Palocci se credenciou ainda mais ao posto do mito.
Mas como o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, também feriu uma perna, e José Dirceu, ministro da Casa Civil, machucou a mão, também são candidatos a Kiron, segundo Hanna. Tal posição, porém, pode não ser boa para qualquer um dos poderosos do governo petista.
Ao analisar alguns simbolismos presentes na posse do novo governo, Hanna lembra que na hora em que o Sol e Kiron entraram em conjunção, alguns cavalos empinaram e um dos Dragões da Independência, que estava bem à frente do carro de Lula, chegou a cair.
Em dezembro, Kiron terá terminado seu trânsito sobre o mapa brasileiro, e isso, aliado ao simbolismo da queda do cavalo na posse, indica a saída do homem forte do governo. Estaria cumprida, assim, a trajetória do Kiron do Planalto, na concepção da astróloga.
A exemplo da mitologia, ele se sacrificaria para salvar Prometeu, que estava acorrentado ao Tártaro, um mundo subterrâneo, por ter roubado o fogo dos deuses para entregá-lo à humanidade.
Nesse mar de simbolismos, Prometeu seria Lula, que ficou preso na garagem, no dia da posse, e enfrenta fortes críticas devido à política econômica do provável Kiron.
Astros "prevêem" queda de homem forte do governo
da Folha de S.PauloOs homens fortes do governo talvez não acreditem em bruxas. Mas devem ficar de olhos bem abertos. Um deles deverá cair em dezembro -e tudo indica que será o ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho-, segundo a astróloga e pedagoga Hanna Opitz.
Ela é conhecida no mundo da astrologia, onde atua há 17 anos, pelo alto índice de acerto em suas previsões. Em 1998, por exemplo, ela previu com três meses de antecedência o dia exato em que a Bolsa de São Paulo começaria a despencar.
Agora, lançando mão da astrologia e da análise do simbolismo mitológico, ela vem acompanhando o novo governo desde a primeira hora. "A posse de Lula aconteceu no momento em que o Sol e o asteróide Kiron estavam em conjunção [lado a lado] exata no céu, no mapa astral do Brasil", diz Hanna. "A chance de isso acontecer num mapa astral é de uma para 10.800", acrescenta.
Kiron, na astrologia, simboliza a cura. Para Hanna, 2003 é o ano da cura do país, quando acontecerão as grandes mudanças na economia e na vida da população.
Além da astrologia, Hanna lança mão da mitologia grega para tentar antever o futuro do atual governo. Kiron, na mitologia, é representado por um centauro (metade homem, metade cavalo) que tem uma pata permanentemente machucada.
Hanna diz que tudo indica ser o ministro Palocci o Kiron do Planalto. "É um médico convocado pelo presidente para "curar" o Brasil", argumenta. Depois do acidente futebolístico em que machucou o pé, Palocci se credenciou ainda mais ao posto do mito.
Mas como o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, também feriu uma perna, e José Dirceu, ministro da Casa Civil, machucou a mão, também são candidatos a Kiron, segundo Hanna. Tal posição, porém, pode não ser boa para qualquer um dos poderosos do governo petista.
Ao analisar alguns simbolismos presentes na posse do novo governo, Hanna lembra que na hora em que o Sol e Kiron entraram em conjunção, alguns cavalos empinaram e um dos Dragões da Independência, que estava bem à frente do carro de Lula, chegou a cair.
Em dezembro, Kiron terá terminado seu trânsito sobre o mapa brasileiro, e isso, aliado ao simbolismo da queda do cavalo na posse, indica a saída do homem forte do governo. Estaria cumprida, assim, a trajetória do Kiron do Planalto, na concepção da astróloga.
A exemplo da mitologia, ele se sacrificaria para salvar Prometeu, que estava acorrentado ao Tártaro, um mundo subterrâneo, por ter roubado o fogo dos deuses para entregá-lo à humanidade.
Nesse mar de simbolismos, Prometeu seria Lula, que ficou preso na garagem, no dia da posse, e enfrenta fortes críticas devido à política econômica do provável Kiron.
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