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15/09/2003 - 06h08

Editoração busca dar a forma adequada à apresentação do texto

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da Folha de S.Paulo

Imagine um conjunto de palavras na forma de letrinhas suspensas no ar, que, para serem lidas, precisam ser "impressas" num objeto real ou virtual. Editar é adequar a determinado suporte --um vídeo, um livro, um site-- um determinado tipo de texto --jornalístico, publicitário, médico-- e publicá-lo ou veiculá-lo.

Nos vários tipos de mídia, confere aos profissionais de editoração tratar do conteúdo e da forma, desde a seleção à chegada ao leitor. São editores de arte e de texto, designers gráficos, webdesigners, revisores, divulgadores e produtores que analisam a pertinência da publicação e elegem a forma como será mostrada.

Há editores adequando textos de legendas, dados farmacêuticos no formato de bula, editando revistas ou boletins impressos ou eletrônicos, além de fazer páginas de CD-ROM e da internet.

Para o editor de texto, é imprescindível ter bom conhecimento geral e boa formação, além de gostar de ler e de escrever, já que o texto é a parte central do trabalho e a sua principal ferramenta.

Profissionais interessados nas questões gráficas do processo editorial podem produzir páginas na internet ou, na feitura de um livro infantil, por exemplo, pensar formato, tipo de letra, espaçamento e ilustrações ideais ao público-alvo.

Além de conceber o livro, um editor pode estar mais relacionado às questões mercadológicas. Essa tarefa consiste em pensar a obra a partir de sua viabilidade e interesse para o mercado, traçando estratégias para vendê-lo ou divulgá-lo, além de perceber oportunidades de editar um livro sobre um assunto do momento.

"Livros funcionam como veículo para que a informação circule, lançando discussões à sociedade e formando opiniões", afirma Eduardo Salomão, 43, diretor do Sindicado Nacional do Livro.

Tendência no ramo da comunicação, a terceirização toma conta desse mercado, e aos editores é interessante ter um perfil de trabalhador autônomo. "Os avanços da tecnologia provocaram mudanças na profissão no que diz respeito à organização de uma editora --já não se mantêm os quadros editoriais completos, mas há encomendas de trabalhos a todo tipo de birô", explica Samira Youssef Campedelli, chefe-suplente do Departamento de Jornalismo e Editoração da USP.

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