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11/05/2006 - 17h57

Entenda o caso da máfia do apito

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da Folha de S.Paulo

O esquema
Era formado por juízes de futebol que aceitavam manipular resultado de jogos para favorecer empresários. Estes apostavam em sites ilegais após consultarem seus sócios --três donos de casa de bingo.

A investigação
É conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público e pela Polícia Federal, com base em 20 mil horas de conversas telefônicas gravadas desde outubro de 2004.

O personagem 1
Edilson Pereira de Carvalho
Confessou ter manipulado três jogos (dois do Paulista e um da Libertadores). Recebeu R$ 30 mil do empresário Nagib Fayad pelo trabalho. Recebeu também proposta para manipular jogos do Brasileiro.

O personagem 2
Paulo José Danelon, outro árbitro de São Paulo, afirmou ter negociado três jogos do Paulista. No total, arbitrou 10 jogos no Estadual. Apontou Vanderlei Pololi, de Piracicaba, como um dos aliciadores do esquema.

A negociação
Os juizes comunicavam Fayad assim que eram sorteados para um jogo. O empresário comunicava seus sócios e apostava em sites ilegais (entre R$ 150 mil e R$ 200 mil). Depois, o juiz recebia o pagamento --algo entre R$ 10 mil e R$ 15 mil.

As conseqüências
Superior Tribunal de Justiça Desportiva, federação paulista e CBF investigaram as denúncias. Os 11 jogos de Carvalho na Série A foram anulados. No Paulista, as partidas não foram anuladas.

Leia mais
  • Após escândalo, 11 jogos do Brasileiro-05 foram anulados
  • Ministério Público pede R$ 34 milhões de indenização por "máfia do apito"

    Especial
  • Leia o que já foi publicado sobre o caso da máfia do apito
  • Leia cobertura completa do Campeonato Brasileiro-2006
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