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23/06/2003
-
17h52
Sem os medalhões, a seleção brasileira deu vexame na Copa das Confederações. O time do técnico Carlos Alberto Parreira precisava vencer a Turquia nesta segunda-feira, em Saint Denis, na França, mas não conseguiu passar de um empate por 2 a 2 e acabou apenas em terceiro lugar no Grupo B (antes, perdeu para Camarões e venceu os EUA).
Desde 1966, na Copa da Inglaterra, quando caiu na fase inicial, a seleção não se despedia tão cedo de uma competição organizada pela Fifa que ainda existe.
Respaldado pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, Parreira decidiu dar folga a astros como Ronaldo, Rivaldo e Roberto Carlos, que acabam de encerrar a temporada européia, e não pôde contar com jogadores do Santos, que disputa as finais da Libertadores. Além disso, resolveu não chamar mais de dois jogadores por clube do Brasil (exceção para Corinthians, Cruzeiro e Atlético-PR, que cederam três).
Nada menos do que oito atletas foram convocados pela primeira vez, contrariando o discurso do treinador de que a renovação na seleção deveria ser lenta e gradual.
Para o jogo contra os turcos, o técnico Carlos Alberto Parreira fez ainda três modificações na equipe em relação ao time que enfrentou e venceu os norte-americanos, 1 a 0.
Alex perdeu a posição para Ilan, Maurinho ganhou a posição de Belletti e Gilberto ficou com a vaga de Gilberto.
No primeiro tempo, se não foi brilhante, o Brasil teve o mérito de sufocar a Turquia desde o início, apostando na velocidade de Maurinho pelo lado direito e na movimentação de Ronaldinho.
O Brasil teve duas chances claras para marcar logo no início da partida. Aos 6min, Ilan acertou a trave de Rustu numa cabeça indefensável. Aos 15min, o goleiro Rustu se atrapalhou e Ronaldinho deixou Adriano completamente livre, mas ele chutou em cima de um zagueiro, que salvou em cima da linha.
Aos 22min, os brasileiros foram mais competentes. Adriano recebeu um lançamento longo em posição legal, apesar da reclamação turca. Ele tocou por cobertura com categoria na saída do goleiro Rustu e abriu o placar.
Depois do gol brasileiro, os turcos abandonaram a defesa, mas não chegaram a ameaçar o gol de Dida. O Brasil esteve perto marcar o segundo numa cobrança de falta de Ronaldinho, mas a bola foi por cima do gol.
Logo aos 7min da etapa final, a Turquia chegou ao gol de empate, que já lhe daria a classificação. Gokdeniz recebeu a bola nas costas da defesa brasileira, em um lance duvidoso, e tocou na saída de Dida.
Precisando da vitória, o Brasil se desesperou e partiu para o ataque, em busca da classificação, deixando a sua defesa desprotegida.
Aos 36min, Basturk recuperou a bola no campo brasileiro, avançou completamente livre e tocou para Yilmaz chutar para o gol vazio, garantindo a classificação da Turquia.
O Brasil reclamou muito da não-marcação de um pênalti em cima de Alex, aos 44min.
Nos acréscimos, aos 48min, Alex colocou os times novamente em igualdade, mas o Brasil não teve mais tempo para chegar à vitória.
BRASIL
Dida, Maurinho, Lúcio, Juan e Gilberto (Kléber); Emerson, Kleberson, Ronaldinho e Ricardinho (Alex); Ilan (Gil) e Adriano.
Técnico: Carlos Alberto Parreira
TURQUIA
Rustu, Akyel, Alpay, Korkmaz e Ibrahim; Gokdeniz, Selcuk (Balci), Volkan (Yilmaz) e Ergun (Toraman); Basturk e Tuncay.
Técnico: Senol Gunes
Local: estádio Geoffroy-Guichard, em Saint Etienne (França)
Juiz: Markus Merk (ALE)
Cartões amarelos: Gilberto, Lúcio, Kormaz, Rustu e Alex
Cartão vermelho: Ronaldinho
Gols: Adriano, aos 23min do primeiro tempo; Gokdeniz, aos 7min, e Yilmaz aos 36min, Ronaldinho aos 48min da etapa final
Brasil fracassa na França e é eliminado da Copa das Confederações
da Folha OnlineSem os medalhões, a seleção brasileira deu vexame na Copa das Confederações. O time do técnico Carlos Alberto Parreira precisava vencer a Turquia nesta segunda-feira, em Saint Denis, na França, mas não conseguiu passar de um empate por 2 a 2 e acabou apenas em terceiro lugar no Grupo B (antes, perdeu para Camarões e venceu os EUA).
Desde 1966, na Copa da Inglaterra, quando caiu na fase inicial, a seleção não se despedia tão cedo de uma competição organizada pela Fifa que ainda existe.
Respaldado pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, Parreira decidiu dar folga a astros como Ronaldo, Rivaldo e Roberto Carlos, que acabam de encerrar a temporada européia, e não pôde contar com jogadores do Santos, que disputa as finais da Libertadores. Além disso, resolveu não chamar mais de dois jogadores por clube do Brasil (exceção para Corinthians, Cruzeiro e Atlético-PR, que cederam três).
Nada menos do que oito atletas foram convocados pela primeira vez, contrariando o discurso do treinador de que a renovação na seleção deveria ser lenta e gradual.
Para o jogo contra os turcos, o técnico Carlos Alberto Parreira fez ainda três modificações na equipe em relação ao time que enfrentou e venceu os norte-americanos, 1 a 0.
Alex perdeu a posição para Ilan, Maurinho ganhou a posição de Belletti e Gilberto ficou com a vaga de Gilberto.
No primeiro tempo, se não foi brilhante, o Brasil teve o mérito de sufocar a Turquia desde o início, apostando na velocidade de Maurinho pelo lado direito e na movimentação de Ronaldinho.
O Brasil teve duas chances claras para marcar logo no início da partida. Aos 6min, Ilan acertou a trave de Rustu numa cabeça indefensável. Aos 15min, o goleiro Rustu se atrapalhou e Ronaldinho deixou Adriano completamente livre, mas ele chutou em cima de um zagueiro, que salvou em cima da linha.
Aos 22min, os brasileiros foram mais competentes. Adriano recebeu um lançamento longo em posição legal, apesar da reclamação turca. Ele tocou por cobertura com categoria na saída do goleiro Rustu e abriu o placar.
Depois do gol brasileiro, os turcos abandonaram a defesa, mas não chegaram a ameaçar o gol de Dida. O Brasil esteve perto marcar o segundo numa cobrança de falta de Ronaldinho, mas a bola foi por cima do gol.
Logo aos 7min da etapa final, a Turquia chegou ao gol de empate, que já lhe daria a classificação. Gokdeniz recebeu a bola nas costas da defesa brasileira, em um lance duvidoso, e tocou na saída de Dida.
Precisando da vitória, o Brasil se desesperou e partiu para o ataque, em busca da classificação, deixando a sua defesa desprotegida.
Aos 36min, Basturk recuperou a bola no campo brasileiro, avançou completamente livre e tocou para Yilmaz chutar para o gol vazio, garantindo a classificação da Turquia.
O Brasil reclamou muito da não-marcação de um pênalti em cima de Alex, aos 44min.
Nos acréscimos, aos 48min, Alex colocou os times novamente em igualdade, mas o Brasil não teve mais tempo para chegar à vitória.
BRASIL
Dida, Maurinho, Lúcio, Juan e Gilberto (Kléber); Emerson, Kleberson, Ronaldinho e Ricardinho (Alex); Ilan (Gil) e Adriano.
Técnico: Carlos Alberto Parreira
TURQUIA
Rustu, Akyel, Alpay, Korkmaz e Ibrahim; Gokdeniz, Selcuk (Balci), Volkan (Yilmaz) e Ergun (Toraman); Basturk e Tuncay.
Técnico: Senol Gunes
Local: estádio Geoffroy-Guichard, em Saint Etienne (França)
Juiz: Markus Merk (ALE)
Cartões amarelos: Gilberto, Lúcio, Kormaz, Rustu e Alex
Cartão vermelho: Ronaldinho
Gols: Adriano, aos 23min do primeiro tempo; Gokdeniz, aos 7min, e Yilmaz aos 36min, Ronaldinho aos 48min da etapa final
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