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13/07/2006 - 18h09

Laboratório de calmante alerta para caso Vanucci

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da Folha Online

O laboratório que fabrica o medicamento Lorax alerta para o consumo de álcool durante o tratamento de ansiedade, como ocorreu com o comentarista esportivo Fernando Vanucci.

No último domingo, Vanucci fez uma aparição grogue durante seu programa "Bola na Rede". Ele tomou dois comprimidos do remédio controlado Lorax e admitiu que, na noite anterior, havia tomado vinho.

Divulgação
Fernando Vanucci apresenta dois programas na Rede TV!, um aos domingos e outro diário
Fernando Vanucci apresenta dois programas na Rede TV!, um aos domingos e outro diário
"Não se deve utilizar nenhum tipo de bebida alcóolica durante o tratamento, pois se trata de um medicamento controlado que mexe com o sistema nervoso", informa uma atendente do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) do laboratório Wyeth, identificada apenas como Sandra.

Ela conta que o Lorax pode provocar efeitos adversos, dependendo do metabolismo de cada paciente. Entre eles, efeitos como fraqueza muscular, náuseas e sedação.

No caso do surgimento de algum efeito adverso, o laboratório orienta o paciente a procurar seu médico, único responsável pela prescrição desse remédio de tarja preta. O Lorax tem duas apresentações: 1 miligrama e 2 miligramas. Vanucci tomou o comprimido mais potente, de 2 miligramas.

Em geral, psiquiatras receitam tomar apenas um quarto do comprimido de 1 miligrama para casos leves de ansiedade por pacientes em início do tratamento. Essa cautela se deve ao fato de o remédio causar dependência no seu usuário.

No caso de Vanucci, ele tomou 2 comprimidos de uma única vez. O apresentador disse que o tratamento se deve à ansiedade após a decisão de largar o cigarro. Uma briga com o filho por telefone é a justificativa apontada por ele para ter tomado o "sossega-leão" antes da apresentação do programa.

Para adquirir uma caixa de Lorax ou qualquer outro medicamento de tarja preta, o paciente precisa levar a receita do médico e apresentar à farmácia uma autorização para a compra. Toda a identificação de paciente e médico é necessária para o controle das autoridades. Em regiões centrais, como a praça da Sé em São Paulo, há registros de compra desse tipo de remédio, sem apresentação de documentos.

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