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28/01/2008 - 10h59

Maioria dos internautas rechaça proibição de jogos, aponta enquete

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da Folha Online

É equivocado o embargo da venda dos jogos Counter Strike e EverQuest pela Justiça brasileira. Essa foi a opinião da maioria dos internautas que participaram de enquete realizada na Folha Online na última semana sobre o tema. Dos 10.731 votos, 65% foram contra a proibição e 35% concordaram com a censura.

A proibição da venda dos jogos, de autoria do juiz Carlos Alberto Simões de Tomaz da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais, começou a ser cumprida na quinta-feira (17), em Goiás, pelo Procon local.

Na terça-feira (22), atendendo a decisão judicial, a distribuidora EA (Electronic Arts) suspendeu as vendas no Brasil das versões Counter Strike Source e Counter Strike Anthology.

O CS surgiu como "filhote" de outro game, o Half-Life, no final da década de 90. Sua trama divide os jogadores em equipes. É preciso eliminar os adversários à bala. Apesar de ser menos conhecido, Everquest é considerado um clássico. Nos moldes do RPG ("role playing game"), o jogo on-line se passa num mundo fictício com ares de Idade Média. Para os jogadores, esses games servem também como ponto de encontro, numa espécie de rede de relacionamentos com disputas.

Reprodução
Polêmico, Counter Strike surgiu como "filhote" de outro game, o Half-Life, no final da década de 90
Polêmico, Counter Strike surgiu como "filhote" de outro game, o Half-Life, no final da década de 90
Comentários dos leitores
Fernando Martínez (25) 20/06/2009 05h11
Fernando Martínez (25) 20/06/2009 05h11
Sinceramente esse Juiz não tem a menor noção de que os jogos não causam a violência, que lamentavelmente já faz parte da natureza humana. Vejam por exemplo, o "inocente" desenho animado Tom & Jerry, não existe nada mais violento do que o mesmo e PASMEM! com censura LIVRE, deixando o CS parecer coisa para bebês. Dizer que por causa de um jogo saiu por aí matando gente é mera desculpa de PSICOPATA! Esse tal juiz deveria ser expulso por incompetencia. e acima de tudo, IGNORÂNCIA. sem opinião
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Glauber Felix de Castro (7) 19/06/2009 21h36
Glauber Felix de Castro (7) 19/06/2009 21h36
Eu lembro que na época eu ri da proibição pois não serviria de nada. E assim foi. O jogou continuou sendo comprado e amplamente jogado. E o juiz beócio formado em alguma universidade da Coréia do Norte não conseguiu aparecer também. Não conseguem proibir efetivamente nem o tráfico de drogas e armas quanto mais um joguinho inocente. Só falta agora proibirem Mario Bros com a desculpa de que criança pode sair por aí dando cabeçada em tijolo pra ganhar dinheiro. HILÁRIO, SEU "DOUTÔ"! 6 opiniões
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Saimon Douglas Cavalcante (2) 19/06/2009 18h02
Saimon Douglas Cavalcante (2) 19/06/2009 18h02
Nossa o brasil quase não tem com o que nossos juristas se preocuparem, corrupção, pedofilia, trafico de drogas, desvios de verbas em todas as areas, vão se preocupar com um simples jogo ... admiravel esse juiz ou seja quem for que não tem o minimo de bom senso.,lamentavel 4 opiniões
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