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14/06/2000 - 16h59

Em ação cinematográfica, polícia argentina prende bandidos e liberta reféns

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da AP
em Buenos Aires (Argentina)

Um comando especial da polícia de Buenos Aires entrou nesta quarta-feira (14) em um posto de gasolina onde três bandidos mantinham três pessoas como reféns, prendeu os assaltantes e libertou, ilesas, as pessoas.

O incidente ocorreu no município de General Rodriguez, a 60 quilômetros a oeste da capital argentina. Assim como aconteceu no caso do sequestro de um ônibus na zona sul do Rio, na última segunda-feira (12), quando o assaltante e uma refém morreram, milhões de argentinos acompanharam pela televisão por cerca de duas horas o drama no posto de gasolina.

Depois que o comando agiu, os três delinquentes ficaram no chão, algemados e ilesos. Participaram da operação mais de 50 policiais, que cercaram o local, apoiados por um helicóptero.

Os bandidos exigiam um carro para fugir com os reféns, que ameaçavam de morte. Uma das vítimas era o jornalista Martín Firpo, de uma publicação da vizinha cidade de Luján.

Um dos sequestradores, empunhando uma pistola e usando o jornalista como escudo, apareceu em uma janela do posto exigindo, aos gritos, a presença de um juiz, um carro para fugir e carregadores para metralhadora.

Em dado momento, os assaltantes perceberam a presença de membros do Grupo Especial de Operações da polícia, o que os fez gritar e mandar que se retirassem. Um dos bandidos virou as costas momentaneamente para fora e um membro do GEO, à paisana, aproveitou para pular a janela e dar vários tiros, sendo seguido por outros policiais.

Pouco depois, os três assaltantes eram tirados do posto, agarrados pelos cabelos e jogados no chão, onde ficaram algemados.

O episódio foi acompanhado com grande tensão pelo fato de os tanques de gasolina do posto estarem cheios. Em dado momento, um dos homens disse que se não pudessem sair fariam tudo ir pelos ares.

Testemunhas contaram que os delinquentes chegaram ao local fugindo da polícia, depois de um assalto em Luján. Quando entraram no posto, fizeram reféns dois empregados de um laticínio e o jornalista Firpo.

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