Saltar para o conteúdo principal

Publicidade

Publicidade

 
 
  Siga a Folha de S.Paulo no Twitter
10/12/2002 - 18h47

Problema de manutenção causou queda de avião da Alaska Airlines

da France Presse, em Washington

Um problema de manutenção - a falta de graxa em um mecanismo de controle - foi uma das principais causas do acidente do MD-80 da Alaska Airlines que caiu sobre o Oceano Pacífico no dia 31 de janeiro de 2000, próximo à Califórnia, e que causou 88 mortes, segundo a conclusão das investigações publicada hoje.

Nos 22 meses de investigações, os especialistas da Secretaria Nacional de Segurança no Transporte (NTSB) chegaram à conclusão de que a falta de graxa lubrificante provocou o desgaste prematuro da alavanca que permite acionar o estabilizador horizontal situado na parte posterior do avião.

"O bloqueio do estabilizador horizontal ocorreu por causa da falta de lubrificação sobre a rosca da porca e da alavanca", declarou um dos investigadores, Jeffrey Guzzetti.

As conclusões finais dos investigadores serão aprovadas hoje em uma votação dos membros da NTSB.

Acionada por pequenos motores, esta vara metálica, de 66 centímetros, permite mudar a posição do estabilizador horizontal.

No MD-80, construído pela McDonnel-Douglas e incorporado pela Boeing, o estabilizador horizontal está situado sobre a alavanca de direção vertical, na parte posterior do avião.

A alavanca permite controlar a altitude do aparelho.

O MD-80 da Alaska Airlines realizava no dia 31 de janeiro de 2000 o vôo 261, que partiu de Puerto Vallarta (México) rumo a Seattle (Estados Unidos).

O avião estava a 31 mil pés de altura (10 mil metros) quando o mecanismo do estabilizador horizontal ficou bloqueado em posição descendente. Depois disso, o avião iniciou uma queda sem controle, explicaram os investigadores da NTSB.

Leia mais no especial Risco no Ar

 

Publicidade

Publicidade

Publicidade


 

Voltar ao topo da página