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18/01/2009 - 19h22

Palestinos conseguiram "grande vitória" em Gaza, diz chefe do Hamas

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da France Presse, em Gaza

O chefe de governo do movimento islamita Hamas, Ismail Haniyeh, afirmou neste domingo que o povo palestino conseguiu "uma grande vitória" contra Israel em Gaza, em declaração transmitida pela TV. O Exército de Israel iniciou hoje a retirada parcial de suas tropas da Cidade de Gaza e seus arredores.

"Deus nos concedeu uma grande vitória, não para uma facção, ou um partido (...) mas para o povo inteiro", declarou Ismail Haniyeh, em sua primeira declaração pública desde que Israel decretou o cessar-fogo unilateral. "Paramos a agressão [do Exército israelense] e o inimigo não alcançou nenhum de seus objetivos", disse.

A operação militar de Israel, que visava enfraquecer o grupo e interromper o lançamento de foguetes, deixou ao menos 1.160 palestinos mortos e cerca de 5.000 feridos.

Hoje, os tanques de Israel deixaram sua principal posição na antiga colônia de Netzarim, no sul de Gaza, abrindo pela primeira vez, desde o início da ofensiva terrestre, no último dia 3, a estrada entre o sul e o norte da faixa de Gaza. As tropas também se retiraram da região norte, até Atatra.

A retirada veio horas depois de o representante do Hamas anunciar cessar-fogo do grupo e de seus aliados por uma semana. O representante do Hamas, Ayman Taha, afirmou que a trégua tem o objetivo de permitir que os israelenses possam retirar suas tropas da região.

Além da saída de todas as tropas, o Hamas exige que Israel abra todas as passagens fronteiriças da faixa de Gaza e permita o fluxo de pessoas e mercadorias para cumprir "as necessidades básicas" do povo palestino. Israel impôs um bloqueio à região desde junho de 2007, quando o Hamas tomou controle da faixa de Gaza expulsando o Fatah, de Mamhoud Abbas.

Logo após o anúncio do cessar-fogo, Israel afirmou que não aceitaria uma data para a retirada de suas forças de Gaza até que Hamas interrompesse seus ataques. A saída das tropas neste domingo indica, pela primeira vez, um esforço palpável a caminho da trégua na região e o fim da crise humanitária agravada pelos bombardeios, que destruíram a infraestrutura da cidade.

Comentários dos leitores
J. R. (1269) 02/02/2010 14h02
J. R. (1269) 02/02/2010 14h02
Ricardo Perrone ( ) 31/01/2010 23h26 Vc tem razão, mas estão legalmente instalados no escritorio da CIA em São Paulo, com autorização da justiça paulista. A alguns anos um militar libanês de passagem por São Paulo foi seguido e assassinado num posto de gasolina, obviamente ninguém viu e nem sabia de nada. Se ele não fosse ligado à Siria (ainda estavam as tropas por lá) não se poderia dizer que foi a moçada. Esse negócio do governo brasileiro fazer vista grossa ao serviço militar para moleques servirem em Israel tem que acabar. Não dá para ficarem em cima do muro, ou vão para um lado ou vão para o outro. Incrível é que fazem como os batistas, alegando drama de consciência religiosa, para irem matar grávidas na Palestina (kill 2). Lamentável. sem opinião
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mauro halpern (120) 01/02/2010 22h36
mauro halpern (120) 01/02/2010 22h36
puxa, o sr Ricardo Perrone me descobriu.
Logo agora que eu estava tentando destruir, como fazemos todos os agentes do Mossad que querem dominar o mundo, toda a correspondencia eletronica favoravel aos palestinos!!
alem disso eu bombardeei o Zelaya com raios cósmicos de micro-ondas! vejam que ele saiu por livre vontade da embaixada, influenciado por potentes raios gama! e saiu sem chapéu!! agora que os hackers do mundo me descobriram, terei que mudar de computador!!!
Senhor Perrone, esta batalha voce venceu, mas eu voltarei. MAIS FORTE DO QUE NUNCA!
sem opinião
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hugo chavez (310) 01/02/2010 19h59
hugo chavez (310) 01/02/2010 19h59
O rabino Yitzhak Shapira, que foi detido para interrogatório pelo Shin Bet (agência sionista de segurança) por sua suposta implicação com o incêndio da mesquita em Yasuf, em Nablus, na Cisjordânia ocupada, é responsável pela escola Yeshiva "Od Yosef Chai" em Yitzhar, e é um discípulo do rabino Yitzhak Ginsberg .Gisnberg é considerado por acadêmicos do judaísmo moderno como um importante e original pensador da área do hassidut e da cabala e, além disso, ele é bem conhecido pelas suas visões extremadas diante das "diferenças fundamentais" entre judeus e não-judeus (goys), as quais tem um toque sensível de racismo. No prefácio do livro Torat Hamelech de autoria de Shapira e do rabino Yosef Elitzur, Ginsberg aponta para a necessidade de apontar as tais "diferenças fundamentais" entre judeus e goys "numa época onde nós somos obrigados a conquistar "a terra de israel", (a Palestina) de nossos inimigos, portanto, nós podemos agir "de acordo com as necessidades", dentro do espírito da Tora e então podemos fortalecer o espírito da nação e de nossos soldados." O livro menciona o assassinato de goys na guerra e inclui a seguinte passagem: - Há uma razão para matar bebês (do inimigo), mesmo se eles não violarem as 7 leis de Noé, por causa do futuro perigo que eles possam representar, quando eles irão crescer para tornar-se diabos como seus pais A hedionda e inimaginável atitude de pregar o assassinato de bebês de colo ou gestantes, só pode sair de mentes doentias, mas, já inspirou até camisetas para o exército sionista com a estampa de uma palestina grávida onde se lia "um tiro, duas mortes". Para que esta idéia de punição antecipada possa ser aplicada, é necessário preparar a grande massa, retirando-lhe qualquer vontade à resistência e para tal se conta com a lavagem cerebral diária da "grande mídia", de Holowood e outros que trabalham alinhados com a Nova Ordem Mundial Sionista e seu fundamentalismo religioso. 1 opinião
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