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19/01/2009 - 10h08

Israel autoriza entrada de caminhões com ajuda humanitária em Gaza

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da Folha Online

Israel autorizou nesta segunda-feira a entrada de quase 200 caminhões com ajuda humanitária na faixa de Gaza, além do fornecimento de 400 mil litros de combustível, um dia depois da instauração de um cessar-fogo na região.

"Um comboio de 120 caminhões deve levar ajuda pelo terminal de Kerem Shalom e outro comboio, de 60 a 70 caminhões, a partir da passagem de Karni", declarou o comandante Peter Lerner, porta-voz militar.

Lerner disse ainda que 40 mil toneladas de ajuda humanitária, alimentos e medicamentos, chegaram à faixa de Gaza desde o começo da ofensiva militar contra alvos do movimento islâmico radical Hamas, em 27 de dezembro do ano passado.

A operação causou danos extensos a infraestrutura da região e, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), agravou ainda mais a crise humanitária na região, afetada pelo bloqueio israelense desde 2007.

Nas últimas semanas, Israel foi duramente criticado por organizações de direitos humanos por não permitir a entrada de ajuda humanitária no território palestino. Segundo a ONU, cerca de 80% dos palestinos em Gaza dependem inteiramente de ajuda humanitária.

Neste domingo, entrou em vigor cessar-fogo unilateral israelense, quebrado poucas horas depois por soldados israelenses que responderam ao ataque de militantes palestinos. No mesmo dia, o Hamas, que controla a faixa de Gaza desde 2007, também anunciou o fim das hostilidades de seus militantes e grupos aliados.

Fontes médicas palestinas informam que mais de 1.200 pessoas, mais da metade civis, morreram em Gaza durante os 22 dias da ofensiva e cerca de 5.000 ficaram feridos. No mesmo período, 13 israelenses morreram, quatro atingidos por foguetes lançados pelo grupo palestino Hamas contra o sul de Israel --três civis-- e dez soldados mortos em ação.

Ajuda médica

O Ministério da Saúde e o Exército israelense abriram neste domingo (18) um centro médico de urgência junto à fronteira com a faixa de Gaza para oferecer tratamento médico a feridos palestinos e encaminhar os casos mais graves a hospitais em Israel.

O Magen David Adom, equivalente israelense à Cruz Vermelha, informou em comunicado que pediu a ajuda voluntária de médicos e de pessoal especializado para o atendimento a estes pacientes.

A atividade do centro médico está sendo coordenada com a Cruz Vermelha Internacional, que também se encarregará da transferência de feridos para hospitais em Israel.

Na noite de sábado, ao anunciar o cessar-fogo unilateral em Gaza, o primeiro-ministro, Ehud Olmert, incumbiu o ministro de Assuntos Sociais, Itzhak Herzog, de coordenar as atividades humanitárias na faixa de Gaza.

Com Efe e France Presse

Comentários dos leitores
J. R. (1269) 02/02/2010 14h02
J. R. (1269) 02/02/2010 14h02
Ricardo Perrone ( ) 31/01/2010 23h26 Vc tem razão, mas estão legalmente instalados no escritorio da CIA em São Paulo, com autorização da justiça paulista. A alguns anos um militar libanês de passagem por São Paulo foi seguido e assassinado num posto de gasolina, obviamente ninguém viu e nem sabia de nada. Se ele não fosse ligado à Siria (ainda estavam as tropas por lá) não se poderia dizer que foi a moçada. Esse negócio do governo brasileiro fazer vista grossa ao serviço militar para moleques servirem em Israel tem que acabar. Não dá para ficarem em cima do muro, ou vão para um lado ou vão para o outro. Incrível é que fazem como os batistas, alegando drama de consciência religiosa, para irem matar grávidas na Palestina (kill 2). Lamentável. sem opinião
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mauro halpern (120) 01/02/2010 22h36
mauro halpern (120) 01/02/2010 22h36
puxa, o sr Ricardo Perrone me descobriu.
Logo agora que eu estava tentando destruir, como fazemos todos os agentes do Mossad que querem dominar o mundo, toda a correspondencia eletronica favoravel aos palestinos!!
alem disso eu bombardeei o Zelaya com raios cósmicos de micro-ondas! vejam que ele saiu por livre vontade da embaixada, influenciado por potentes raios gama! e saiu sem chapéu!! agora que os hackers do mundo me descobriram, terei que mudar de computador!!!
Senhor Perrone, esta batalha voce venceu, mas eu voltarei. MAIS FORTE DO QUE NUNCA!
sem opinião
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hugo chavez (310) 01/02/2010 19h59
hugo chavez (310) 01/02/2010 19h59
O rabino Yitzhak Shapira, que foi detido para interrogatório pelo Shin Bet (agência sionista de segurança) por sua suposta implicação com o incêndio da mesquita em Yasuf, em Nablus, na Cisjordânia ocupada, é responsável pela escola Yeshiva "Od Yosef Chai" em Yitzhar, e é um discípulo do rabino Yitzhak Ginsberg .Gisnberg é considerado por acadêmicos do judaísmo moderno como um importante e original pensador da área do hassidut e da cabala e, além disso, ele é bem conhecido pelas suas visões extremadas diante das "diferenças fundamentais" entre judeus e não-judeus (goys), as quais tem um toque sensível de racismo. No prefácio do livro Torat Hamelech de autoria de Shapira e do rabino Yosef Elitzur, Ginsberg aponta para a necessidade de apontar as tais "diferenças fundamentais" entre judeus e goys "numa época onde nós somos obrigados a conquistar "a terra de israel", (a Palestina) de nossos inimigos, portanto, nós podemos agir "de acordo com as necessidades", dentro do espírito da Tora e então podemos fortalecer o espírito da nação e de nossos soldados." O livro menciona o assassinato de goys na guerra e inclui a seguinte passagem: - Há uma razão para matar bebês (do inimigo), mesmo se eles não violarem as 7 leis de Noé, por causa do futuro perigo que eles possam representar, quando eles irão crescer para tornar-se diabos como seus pais A hedionda e inimaginável atitude de pregar o assassinato de bebês de colo ou gestantes, só pode sair de mentes doentias, mas, já inspirou até camisetas para o exército sionista com a estampa de uma palestina grávida onde se lia "um tiro, duas mortes". Para que esta idéia de punição antecipada possa ser aplicada, é necessário preparar a grande massa, retirando-lhe qualquer vontade à resistência e para tal se conta com a lavagem cerebral diária da "grande mídia", de Holowood e outros que trabalham alinhados com a Nova Ordem Mundial Sionista e seu fundamentalismo religioso. 1 opinião
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