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09/06/2003 - 18h54

Professores do Equador iniciam greve de fome

da France Presse, em Quito

Os professores públicos do Equador, que mantém paralisadas suas atividades desde 14 de maio, radicalizaram sua proposta hoje contra o governo do país. Em protesto por mais recursos para o setor, um grupo de manifestantes iniciou hoje uma greve de fome.

Cerca de 20 professores começaram uma greve de fome no porto de Guayaquil (a 275 km de Quito), onde eles realizaram uma marcha quando foram dispersados por policiais, que utilizaram bombas de gás lacrimogêneo.

Outros 20 membros da União Nacional de Educadores (UNE), que reúne aproximadamente 120 mil funcionários estatais, também iniciaram um jejum em Quito. Os grevistas eram liderados por Alex Castro, dirigente local do sindicato.

Apesar disso, Ernesto Castillo, presidente nacional da UNE, afirmou que o presidente da República, Lucio Gutiérrez, não é quem deve resolver a greve.

''Somos 120 mil educadores equatorianos que decidimos quando regressaremos às classes'', disse Castillo em uma reunião de professores em um colégio público de Quito, de onde iniciaram uma marcha.

Os professores públicos exigem um aumento de até US$ 60 milhões no orçamento de educação para este ano e não aceitaram um aumento de US$ 10 no salário básico oferecido pelo governo.
 

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