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21/01/2005
-
12h35
da Folha Online, em Brasília
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou hoje nota em que afirma estranhar o fato de o Itamaraty ainda não ter sido acionado para resolver o suposto seqüestro de um engenheiro brasileiro no Iraque, e cobra a participação do governo na solução desse caso.
O possível seqüestro do engenheiro da construtura Noberto Odebrecht, cujo nome não foi divulgado, teria ocorrido na última quarta-feira pela manhã.
O brasileiro desapareceu depois que o carro em que viajava foi atacado na cidade de Beiji, no norte do Iraque. Um iraquiano e um britânico --funcionários da empresa de segurança britânica Janusian-- também estavam no carro, junto com o brasileiro, mas foram mortos durante a emboscada.
Para o presidente da Comissão Nacional dos Direitos Humanos da OAB, Edísio Simões Souto, por se tratar de um brasileiro, o governo deveria tratar o caso como uma questão de Estado.
'Trata-se de um brasileiro e, portanto, deve ser questão de Estado resolver esse caso, em que é preciso o concurso da diplomacia brasileira', disse.
Procurada pela Folha Online, o Itamaraty informou não ter no momento um diplomata disponível para comentar a opinião da OAB.
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A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou hoje nota em que afirma estranhar o fato de o Itamaraty ainda não ter sido acionado para resolver o suposto seqüestro de um engenheiro brasileiro no Iraque, e cobra a participação do governo na solução desse caso.
O possível seqüestro do engenheiro da construtura Noberto Odebrecht, cujo nome não foi divulgado, teria ocorrido na última quarta-feira pela manhã.
O brasileiro desapareceu depois que o carro em que viajava foi atacado na cidade de Beiji, no norte do Iraque. Um iraquiano e um britânico --funcionários da empresa de segurança britânica Janusian-- também estavam no carro, junto com o brasileiro, mas foram mortos durante a emboscada.
Para o presidente da Comissão Nacional dos Direitos Humanos da OAB, Edísio Simões Souto, por se tratar de um brasileiro, o governo deveria tratar o caso como uma questão de Estado.
'Trata-se de um brasileiro e, portanto, deve ser questão de Estado resolver esse caso, em que é preciso o concurso da diplomacia brasileira', disse.
Procurada pela Folha Online, o Itamaraty informou não ter no momento um diplomata disponível para comentar a opinião da OAB.
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