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21/01/2005
-
13h48
PATRÍCIA ZIMMERMAN
da Folha Online, em Brasília
O Itamaraty rebateu "enfaticamente qualquer alegação de omissão" do Ministério das Relações Exteriores no caso do desaparecimento de um brasileiro no Iraque. O engenheiro brasileiro não teve seu nome divulgado por medidas de segurança.
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou hoje nota em que afirma estranhar o fato de o Itamaraty ainda não ter sido acionado para resolver o suposto seqüestro de um engenheiro brasileiro no Iraque, e cobra a participação do governo na solução desse caso.
"Trata-se de um brasileiro e, portanto, deve ser questão de Estado resolver esse caso, em que é preciso o concurso da diplomacia brasileira", disse.
Acompanhamento
A assessoria de imprensa do Itamaraty disse hoje que o ministério acompanha o caso "em estreita coordenação" com a construtora Norberto Odebrecht, para a qual o brasileiro desaparecido trabalhava.
O Itamaraty informou que está em contato permanente com suas embaixadas na região e que desde o início tem se colocado à disposição da construtora para prestar todo o auxílio que se faça necessário.
A assessoria do ministério confirmou que a construtora tem preferido atuar diretamente à frente do caso, mas o governo tem mantido contato com a empresa, que vem relatando ao Itamaraty a condução do caso.
O ministério não tem estimativa do número de brasileiros que estão no Iraque, porque, segundo a assessoria do Itamaraty, a maior parte dos brasileiros que seguem para a região não comunica sua viagem ao ministério. O governo não recomenda que brasileiros sigam para a região do conflito.
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Itamaraty nega omissão sobre brasileiro desaparecido no Iraque
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da Folha Online, em Brasília
O Itamaraty rebateu "enfaticamente qualquer alegação de omissão" do Ministério das Relações Exteriores no caso do desaparecimento de um brasileiro no Iraque. O engenheiro brasileiro não teve seu nome divulgado por medidas de segurança.
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou hoje nota em que afirma estranhar o fato de o Itamaraty ainda não ter sido acionado para resolver o suposto seqüestro de um engenheiro brasileiro no Iraque, e cobra a participação do governo na solução desse caso.
"Trata-se de um brasileiro e, portanto, deve ser questão de Estado resolver esse caso, em que é preciso o concurso da diplomacia brasileira", disse.
Acompanhamento
A assessoria de imprensa do Itamaraty disse hoje que o ministério acompanha o caso "em estreita coordenação" com a construtora Norberto Odebrecht, para a qual o brasileiro desaparecido trabalhava.
O Itamaraty informou que está em contato permanente com suas embaixadas na região e que desde o início tem se colocado à disposição da construtora para prestar todo o auxílio que se faça necessário.
A assessoria do ministério confirmou que a construtora tem preferido atuar diretamente à frente do caso, mas o governo tem mantido contato com a empresa, que vem relatando ao Itamaraty a condução do caso.
O ministério não tem estimativa do número de brasileiros que estão no Iraque, porque, segundo a assessoria do Itamaraty, a maior parte dos brasileiros que seguem para a região não comunica sua viagem ao ministério. O governo não recomenda que brasileiros sigam para a região do conflito.
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