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03/05/2006 - 04h16

Eleições no Chade são iniciadas

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da Efe, em Ndjamena (Chade)

Os colégios eleitorais do Chade abriram nesta quarta-feira suas portas a partir das 7h (3h no horário de Brasília) para cinco milhões de habitantes elegerem o seu novo presidente, apesar do boicote das principais forças de oposição.

Os principais partidos da oposição não participam do processo. Eles acusam o governo de Idriss Deby Itno --que tenta a reeleição-- de manipular o registro de eleitores e questionam a independência das autoridades eleitorais.

Dois movimentos rebeldes que pretendem derrubar o presidente ameaçam boicotar a votação.

Além de Déby, quatro candidatos disputam a preferência dos eleitores. Mas os principais rivais do governante nas eleições de 1996 e 2001 estão ausentes.

Não há observadores internacionais. Vários países e a oposição política pediram a Déby que adiasse as eleições, esperando um momento mais adequado. Mas o governante rejeitou o pedido e intensificou sua campanha eleitoral nos últimos dias.

O censo eleitoral foi elaborado no ano passado e registrou mais de cinco milhões de eleitores. O número não condiz com a população total do país, calculada em 7,5 milhões de habitantes.

O comparecimento deve ser baixo, tanto pela ausência da oposição quanto pela preocupação causada pelos últimos ataques dos rebeldes. No dia 13 de abril, eles tentaram tomar a capital, mas foram rechaçados pelas forças leais a Déby.

Os centros de votação estarão abertos até às 18h (14h no horário de Brasília). Os primeiros resultados deverão ser divulgados em dez dias. Caso nenhum dos candidatos conseguir a maioria absoluta, o segundo turno acontecerá no dia 8 de junho.

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