Pensata

Magaly Prado

03/08/2001

Led Zeppelin, Deep Purple, Stones...Agora a Kiss promove shows também

Programados para todas as segundas de agosto, a Kiss FM, de São Paulo, promove shows do Rock Memory, tradicional banda cover de classic rock, com mais de 20 anos de estrada, no Avenida Club, no bairro Pinheiros (SP).

A idéia é reunir os amantes do velho e bom rock n' roll e conhecer melhor o público que ouve a nova rádio, no ar, oficialmente, desde o último dia 13 de julho.

A programação musical dançante começa no próximo dia 6, a partir das 22h30, com repertório do Led Zeppelin. Os vocalistas André Mattos (ex-Angra e atual Xaman) e Marcos Lopes (Led Cover) fazem participação especial.

Dia 13, a Kiss e o Rock Memory prestam homenagem ao Deep Purple, com presenças do baterista Paulo Zinner (do Golpe de Estado e da banda da Rita Lee), do guitarrista Faíska e dos vocalistas Nando Fernandes (Cavalo Vapor) e Paulinho Heavy (banda Inox).

Dia 20, é a vez do tributo aos Rolling Stones, com participação especial de Roger Moreira (Ultraje a Rigor) e Luís Carlini (Tutti Frutti). A programação do dia 27 ainda não está definida.

Avenida Club: tel. (11) 3814.7383.

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Transalouca da rede Transamérica muda de cara

Na próxima segunda, dia 6, um dos programas de maior sucesso da Transamérica volta de cara nova, para todo Brasil. De segunda a sexta feira, das 12h às 14h, Lui Riveglini comanda, junto a Gigi Perez e Ricardo Sam, o "Transalouca", como próprio nome já diz, o programa é "mucho" louco.

Nele, o ouvinte terá muitas oportunidades de participar, com debates polêmicos e descontraídos, até mostrar algum talento especial para todo país no quadro "Show de Talentos", com a nossa jurada Renata Relenta.

Além disso, o "Transalouca" vai trazer as notícias e fofocas do mundo artístico mais quentes do dia, entrevistas com as principais bandas e muitos prêmios.

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Comunidade Nin-Jitsu também participa do show da Mix

A rádio Mix FM, de São Paulo, promove show das bandas Comunidade Nin-Jitsu e Ira!, amanhã, dia 5, no Sesc Itaquera (tel: 6523-9200).

"Noites do Terror" é com a Mix mesmo

A Mix invade o Playcenter . Até o final das já conhecidas "Noites do Terror do Playcenter", a Mix vai estar no parque, de quinta a domingo, fazendo a festa e distribuindo brindes.
Na versão on-line do famoso game interativo da Mix, o Guilhotina, o pessoal vai poder testar seus conhecimentos sobre assuntos diversos.

Para pais que não amarelam

A promoção "Mata o Véio", dos Dia dos Pais, da Mix, vai dar para um pai "sortudo" um salto de bung-jump e um de pára-quedas! Se o paizão não "amarelar", o filho, "sortudo" também, ganha um prêmios. Para participar, fique ligado na emissora. O sorteio rola no domingo, Dia dos Pais, às 13h.

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Ex-presidente do Citi Bank vai para o radio

A partir de 13 de agosto, Alcides Amaral, ex-presidente do Citibank, aposentado recentemente, dá início a uma nova empreitada profissional. É que ele acaba de ser contratado pela Rádio Bandeirantes para ser comentarista de economia, e participar do jornal "Gente", no ar diariamente, entre 8h e 10h. Também vai interferir ao longo da programação, em casos de acontecimentos especiais da economia brasileira e do mundo.

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Livro mostra aliança do rádio com a educação

O lançamento do livro "Escola Brasil _ o rádio a serviço da educação", de Mário Salimon, será na próxima terça-feira, às 15h, no auditório do Ministério da Educação em Brasília.

Durante meses o jornalista Mário Salimon dedicou-se a avaliar cartas de ouvintes e edições do programa de rádio Escola Brasil, além de vários estudos sobre o fôlego dessa mídia eletrônica numa época de inovações tecnológicas que colocam a informação cada vez mais no centro da vida cotidiana. O resultado foi a elaboração do livro "Escola Brasil - o rádio a serviço da educação".

O livro é um retrato do programa de rádio que desde 1997 oferece informações sobre educação aos ouvintes das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, principalmente de áreas rurais, a maioria sem acesso a revistas, jornais ou internet. É também uma homenagem à audiência, que retribui o carinho e a amizade dos locutores enviando mais de 500 cartas por mês à redação com mensagens e pedidos de informação. O livro é ilustrado com desenhos e bordados enviados nas cartas dos ouvintes.

O Escola Brasil é de responsabilidade da AM Produções e recebe patrocínio do Fundo de Fortalecimento da Escola (Fundescola). Vai ao ar para todo o Brasil de segunda a sexta-feira pela Rádio Nacional de Brasília (AM), às 6h30, e pela Rádio Nacional da Amazônia (OC), às 8h. Tem 30 minutos.

Impresso com apoio cultural da FTD Editora, o livro teve tiragem de 3 mil exemplares, que serão distribuídos gratuitamente a secretarias de educação, escolas e educadores. O autor, Mário Salimon, nascido em São José do Rio Preto, São Paulo, é formado em jornalismo pela Universidade de Brasília e foi consultor em de comunicação da Unesco, Unicef e Comunidade Solidária.
Está prevista a presença do ministro da Educação Paulo Renato Souza no lançamento.

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TRIBUNA DO LEITOR-OUVINTE

Os próprios Irmãos Bambulha reaparecem...

Cara Magaly, com atraso, gostaríamos de agradecer pelas palavras generosas de todos. Pra começo de conversa, um esclarecimento: OS IRMÃOS BAMBULHA NÃO ESTÃO EXTINTOS - foi apenas alguma coisa que comemos e fez mal.

Mas ficamos contentes por descobrir que - além dos credores - existem outras pessoas interessadas em saber do nosso paradeiro.

A seguir, algumas informações sobre o "Não Tranca Que Lá Vem Alavanca":

Era um programa humorístico semanal com 30 minutos de duração e foi ao ar pela Rádio USP de junho/1984 a abril/1986, num total de 86 edições.

Geralmente eram rádio-teatros, mas também haviam programas de esquetes e musicais (sim, nós também compomos).

Mas gostávamos mesmo era de avacalhar obras-primas (ou nem tanto) da literatura e do cinema.

Depois da Rádio USP passamos pela TV Cultura, Radiocriatividade Gessy Lever e Rádio Gazeta-AM, tudo isso até o fim dos anos 80.

Em 1990 deixamos o rádio oficial e fundamos uma emissora pirata, onde fizemos humor durante muitos anos. Infelizmente, só na semana passada descobrimos que o microfone estava desligado.

Agora queremos mais do que nunca voltar à grande mídia (afinal, precisamos descobrir como ligar aquela porcaria).

Quanto ao paradeiro atual dos Bambulhas:

José Mombelli Jr - chefe de reportagem da Rede Sesc Senac de TV;
Riba Carlovich - redator do Domingão do Faustão e ator do grupo de teatro Tapa;
Reginaldo Canhoni - repórter fotográfico da Fundação Pró-Memória de SCS;
Nivaldo Ferraz - jornalista na Rádio Cultura/SP;
Marcos Emílio Gomes - editor-executivo da revista Veja;
Marcos Carvalho - jornalista na ESPN-Brasil.

Finalizando, queremos enfatizar que os Irmãos Bambulha continuam na ativa e à procura de uma emissora interessada em reviver o Não Tranca...

E pedimos mais uma gentileza, Magaly, a de divulgar para os antigos ouvintes e demais interessados o nosso e-mail: (bambulha@bol.com.br)

obrigados mais uma vez, Magaly
e um grande abraço a todos.
IRMÃOS BAMBULHA

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Decepcionado com a Kiss FM e com locutores medíocres

Fiquei ansioso pela volta da Kiss FM ao dial paulistano. Mas que decepção! Quase nada dos classicões dos anos 50, nada de Doo-Wop, nada de Garage Bands. Em compensação, um monte de Phil Collins, Billy Idol, Queen dos 80, Scorpions.

Em sua primeira versão, que durou até novembro de 99, apesar da repetitividade, era possível ouvir preciosidades como Moonglows, Eddie Cochran, Seeds, Blue Cheer etc.

E agora? Acho que eles devem estar querendo arrebanhar os ouvintes insatisfeitos das 89, Mix e Brasil 2000 da vida, que, no fundo, pouco ou nada entendem de Rock, aliás, como alguns locutores da Kiss, por exemplo, o tal de Morcegão. Meu, como fala besteira! Anuncia músicas trocadas, dá informações erradas, faz comentários infelizes. Se a rádio estivesse com um propósito sério já teria demitido esse cidadão. E olha que eu não estou pregando o aumento do desemprego. Afinal, mediocridade desse tipo encontrará espaço garantido na maioria das rádios de São Paulo.

Um beijo e até a próxima!
Sidnei Brito

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Retorno sobre A voz do Brasil para leitor que faz monografia

Prezada Magaly:

Na sua exclusiva coluna sobre radialismo de 27.07.01 um leitor que infelizmente não tem o nome revelado pede opiniões sobre o programa "A Voz do Brasil" transmitido diariamente em cadeia radiofônica nacional obrigatória. Diz ele que está trabalhando na sua monografia de final de curso e tem por tema este programa produzido pela Radiobrás, pelas mesas diretoras do Senado Federal e da Câmara Federal e pela assessoria de relações públicas do Supremo Tribunal Federal.

Pode ser que minha modesta opinião possa de algum modo ser útil na pesquisa.

Não é a primeira vez que se levanta objeção ao programa. O principal argumento contra ele por parte dos empresários concessionários de radiodifusão é que a obrigação de retransmitir contraria os interesses das emissoras de rádio que têm quebrada a grade de programação por uma hora sem retorno em termos de faturamento publicitário. Argumentam, ainda, que o programa é tendencioso em termos de informação vez que apresenta as notícias sob o ponto de vista governamental. Este segundo argumento é inconsistente na medida em que somente parte do programa -- os 25 minutos iniciais -- são da competência do poder executivo. Todo o restante do programa é produzido pelo Poder Judiciário (5 mim) , pelo Senado (15 mim) e pela Câmara (15 mim). Na meia hora final do programa há uma preocupação pela apresentação do contraditório pela apresentação de deputados e senadores de todas as correntes políticas. Não se pode fazer restrição ao seu conteúdo do ponto de vista do viés político nem quanto a sua natureza democrática.

Essencialmente, os empresários da radiofonia não querem arcar com os ônus de concessionários de serviço público já que a concessão de uma freqüência é uma concessão do poder público para ser explorada segundo certos critérios e levando em conta, sobretudo, o interesse público. Desnecessário é enfatizar que os reclamos contra a qualidade da programação das rádios é conseqüência da malversação da concessão seja por incompetência seja por dolo, especialmente quando usada indevidamente com finalidades políticas como soe de acontecer especialmente nas cidades interioranas. Descompromissados com o interesse público, eles não se julgam obrigados a retransmitir um programa que cuida antes de mais nada de informar sobre a administração pública nos três poderes da República.

Ocorre que estes empresários se servem da sua entidade de classe -- a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (ABERT) -- para fazer lobby objetivando desobrigar-se de entrar em rede para transmitir o programa que, comprovadamente, tem audiência cativa entre os cidadãos sérios e comprometidos com airosa gestão da coisa pública no agreste do cerrado, na imensidão da Amazônia, nos pampas verdejantes e na aridez das caatingas. Certamente o razoável, tendo em conta a utilidade pública do programa, seria que as emissoras de televisão também fossem obrigadas a dedicar um período da sua programação diária para um A Voz do Brasil televisiva e democrática. No passado o programa atingiu os picos de audiência durante o regime militar que divulgava nele as listas de cassados dos direitos políticos. A cada lista a audiência era enorme. Mas o mau uso do programa no passado não menoscaba a sua utilidade pública e teor democrático do presente.

Didymo Borges
Recife

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Kiss FM ainda não está na internet

Ei Magaly!

Sou de BH, fã de rock, e ouvir rádio aqui é muito difícil. As rádios que se dizem rock (Savassi e 98) possuem uma programação muito fraca, baseada em lançamentos recentes da indústria fonográfica que, generalizando, na minha opinião são bem ruinzinhos. Os clássicos, aquelas músicas que proporcionam um "orgasmo auricular" logo nos primeiros acordes, quando são reconhecidas (um prazer que pode ser comparado com reencontrar a namorada depois de algumas semanas ou meses de viagem) só tocam em programas específicos, ou então de madrugada. E a única rádio que toca os clássicos com alguma regularidade é eclética e abrange muito mais do que o rock n' roll (é a Geraes FM - inclusive já trabalhei nela - que além do rock, toca MPB, jazz e blues). Nada contra o ecletismo da Geraes - muito pelo contrário - mas ela sozinha não é capaz de preencher a lacuna deixada pelas duas "rádios rock" de BH.

Portanto, a opção que nos resta é ficar ouvindo rádio pela net. Já tenho as minhas preferidas, mas estou ansioso por conhecer a Kiss FM, que você tem comentado tanto em sua coluna no UOL. Então, de novo, quero saber se já há alguma novidade sobre a Kiss FM na net. Continue com os bons textos. Aguardo sua resposta.

Um abraço, MARCELÃO

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Quase chorou quando ouviu "When the music is over" na Kiss

Magaly muito obrigada por ter dado essa ótima notícia !!!!!

Estou ouvindo agora essa MARAVILHOSA RÁDIO em minha cidade (Carapicuiba-SP) e não vou tirar da sintonia de jeito nenhum!

Se depender de mim, e de algumas pessoas que já tinham contado pra mim pelo icq, essa rádio não sai do ar nunca mais !!!!

Eu era ouvinte da Brasil 2000 nos tempos de Tatola e Maia, infelizmente a qualidade diminuiu e muito, agora achei uma nova "casa".

Quase chorei quando ouvi "When the music is over" agora, por favor agradeça muuuuuuiiiiitttooo aos diretores da CBS por terem nos dado esse presente.

Tenho 20 anos, mas sou fanática por músicas de qualidade, coisas que ultimamente não encontro, portanto nada como ouvir bandas consagradas, ler aquele anúncio que saiu na Folha, no Acontece, com o título: "As 500 mais do rock", foi emocionante.

É a Fluminense de volta (tenho um amigo do rio que está se deliciando com a "maldita" que ele cresceu ouvindo...), estou muito contente em perceber que pode passar várias modinhas, mas o nosso velho rock and roll continua firme e forte.

Abraços,
Priscila Frare Cambraia

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Leitor investiga a propaganda política norte-americana no rádio

Bom dia Magaly!
Meu nome é Marquilandes, sou mestrando no Prolam (Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo).

Eu investigo a propaganda política norte-americana através do rádio no Brasil e no México durante a Segunda Guerra Mundial.

Recorro a você e a seus leitores para saber se conhecem algum artigo/dissertação/tese/livro sobre a trajetória da radiodifusão no Brasil ao longo do século XX.

Talvez aqui não seja o canal correto para fazer este tipo de solicitação, mas, como sua coluna deve ser lida por pessoas que apreciam não somente ouvir rádio, mas também ler sobre, resolvi arriscar.

Agradeceria qualquer tipo de ajuda e desculpe-me o incômodo.
Obrigado.
Marquilandes Borges de Sousa
(marq@usp.br)

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Rock & blues forever and ever!!!

Leitor responde ao Sr Alexandre Torres e questiona: Como alguém tem coragem de destruir a cultura musical no Rio de Janeiro?

Se for feita uma comparação com SP, entenderá pq o Rio de Janeiro está em decadência cultural.

Aqui as pessoas parecem alienadas, vazias de pensamento e sentimento, e se entregam a bunda music oferecida pelas majors+rádios da mesma forma que gostam de ficar na moda. Se o Sr. fizer uma pesquisa por aí, verá que ainda existem cariocas querendo não mais ser órfãos da boa música.

Veja como a festa Loud! fica hiperlotada aos sábados. E a Casa da Matrix? Ahhhh... então tem público no Rio de Janeiro que gosta de rock, não acha?! E pq acabaram com a melhor rádio do Brasil, a Fluminense FM? Para atingir interesses particulares de um grupo de pessoas que gosta de rebolar?

Veja bem como é em SP: Tem a 89 FM (muito pop, mas vale), a BRASIL 2000 (que é muito boa e tem uma audiência incrível), a KISS FM e outras que tocam rock direto. Veja por exemplo a festa do Garagem em SP como fica lotada. Carioca quer o rock de volta! O público clama pela volta da FLUMINENSE FM!!!

E a Fluminense FM precisa se reciclar e tocar um rock do seu tempo. Imagine tocar um selecionado das melhores college radios do mundo! Imagine fazer shows ao vivo de bandas independentes nacionais. No Brasil inteiro estão estourando fantásticas bandas de indie e ninguém da mídia vê isso. Sabe pq?

Pq não interessa divulgar cultura para o povo brasileiro e sim porcaria. Vc por exemplo conhece a Monokini - banda de bossa nova-rock sensacional que mescla psicodelismo e rock alternativo? Conhece Flaming Salt? Butchers? Pois é. São todos muito bons e ninguém dá a mínima para eles. Ainda tem o Wado - um cara de Alagoas que toca rock com influencias do Norte, reggae e mpb.
Quero que a Fluminense Fm traga bandas como Grenade de Londrina, Video Hits de Porto Alegre, brincando de deus (uma das melhores bandas do Brasil) da Bahia, Maybees de Campinas, Low Dream de Brasília, Violeta de Outono, Stellar, Devotos do Ódio de Pernambuco... nossa tem tantos no Brasil inteiro. Tem bandas no interior do Pantanal que fazem um som muito legal com violas e puro rock.

Quero que a Fluminense FM faça festivais trazendo as seguintes
bandas/artistas:

Guided By Voices
Stephen Malkmus
J Mascis
Lou Barlow
Travis
Strokes
Air
Hooverphonic
Stereophonics
Jets to Brazil
Dandy Warhols
Radiohead
London Suede
At The Drive-In

Quero que a Fluminense FM toque todas as vertentes do rock e blues. Quero ouvir as seguintes vertentes de rock/blues/jazz na Fluminense FM:

Modern Rock

Alternative Rock
Adult Alternative
Brit Pop
Grunge
Rock en Espanol
Experimental Rock
Indie Rock
Chamber Pop
Indie Folk
Indie Garage
Indie Pop
Jangle Pop
Lo Fi
New Psychedelia
Noise Rock
Post Rock
Space Rock
Jam Rock
New Wave
Goth Rock
Synth Pop
Post Punk
Power Pop

Rock

Classic Rock
Acid Rock
Garage Rock
Blues Rock
British Blues Rock
British Invasion
Folk Rock
Glam Rock
Prog Rock
Kraut Rock
Southern Rock
Hard Rock
Guitar Rock
Heavy Metal
Funk Metal
Hair Metal
Industrial Metal
Grindcore
Rap Core
Thrash
Death Metal
Black Metal
Doom Metal
Speed Metal
Punk Rock
'77 Style Punk
Cow Punk
Hardcore Punk
Emo
NY Hardcore
Oi!
Pop Punk
Psychobilly
Riot Grrrl
Ska Punk

Experimental

Electroacoustic
Environments
Experimental Improvisation
Experimental Noise
Electronica
Acid Jazz
Ambient
Dark Ambient
Big Beat
Breakbeat
Downbeat
Dub Techno
Trip Hop
Drum 'n' Bass
Jungle
Electro Funk

House

Deep House
Disco House
Garage House
Happy Hardcore
Speed Garage
Hip House
Organic House
Industrial
Intelligent Dance Music
Techno
Detroit Techno
Digital Hardcore
Trance

Jazz

Be Bop
Cool Jazz
Hard Bop
Avant Garde
Post Bop
Latin Jazz
Soul Jazz
Jazz Fusion
Big Band
Dixieland
Swing
Crossover Jazz
Lounge
Vocal Jazz

Blues

Chicago Blues
Electric Blues
Country Blues
Delta Blues
Texas Blues
Female Vocal Blues
Zydeco Blues

Country

Alt Country
Bluegrass
Contemporary Country
Country Rock
Traditional Country
Honky Tonk
Rockabilly Revival
Western Swing

Folk

60s Revival
Anti-Folk
British Folk
Contemporary Folk
Singer-Songwriter
Traditional Folk

Oldies

Doo Wop
Early Rock & Roll
Rockabilly
Surf

Hip Hop

Abstract Hip Hop
Bass
Gangsta Rap
Independent Hip Hop
Turntablist
Old School Hip Hop
Pop Rap
Southern Hip Hop

R&B

Funk
Disco
G-Funk
Gospel
Soul
70s Soul
Contemporary R&B
Motown
New Soul
Quiet Storm

Reggae

Roots Reggae
Dub Reggae
Dancehall
Lovers Rock
Pop Reggae
Ska
Rock Steady

World

African
Traditional African
Afro Pop
Afro Beat
Mbalax
Rai
Asian
Indian Classical
Bombay Pop
Qawwalli
Celtic
Eastern European
Klezmer
Indigenous Music
Latin
Calypso
Merengue
Son
Salsa
Samba
Bossa Nova
Tropicalia
MPB
Western European

New Age

Classical
Avant Classical
Chamber Music
Classical Guitar
Composers
Opera
Solo Instrumental
Symphony

Bem, só quero isso. Agora, vou pedir a minha lista de 153 pessoas que conheço e gostam de rock para me ajudar nessa "pentelhação". Ou a Fluminense Fm volta ou então vcs serão eternamente bombardeados por questionamentos do tipo: Como alguém tem coragem de destruir a cultura musical no Rio de Janeiro? Rock & blues forever and ever!!!

Sei que a FLU FM está na AM. Levem ela para a FM. Ela deverá figurar na mesma posição do DIAL que era antigamente.
Obrigado.
Márcio
Magaly Prado é jornalista e radiomaker. Escreve para a Folha Online aos sábados

E-mail: magalyprado@uol.com.br

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