São Paulo, quarta-feira, 12 de julho de 1995
Texto Anterior | Próximo Texto | Índice

Dois são presos com R$ 13,5 mil em notas falsas de R$ 50 em Brasília

PAULO SILVA PINTO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A polícia de Brasília apreendeu anteontem R$ 13.500 em notas falsas de R$ 50 dentro de um táxi.
O delegado-chefe da 1ª Delegacia de Polícia, Ulisces Moreno, afirmou que não conhece outros casos de apreensão de reais falsos em Brasília.
A Delegacia de Defraudações só registrou casos de dólares falsos. No Instituto de Criminalística, há registro de uma nota falsa de R$ 100 apreendida, mas não de um lote de dinheiro falso.
Segundo o Banco Central, que acompanha os casos de falsificação, pelo menos quatro casos já foram registrados este ano.
O BC afirma que o crescimento dos casos é uma consequência da estabilização da economia.
A apreensão de anteontem aconteceu após denúncia de um frentista de um posto de combustível. Às 12h10, o taxista Clomar Sandrino, 24, tentou abastecer seu Voyage com uma nota falsa de R$ 50.
O frentista recusou o dinheiro, anotou a placa do carro e telefonou para a polícia. Sandrino foi preso em flagrante às 12h30 em frente a um hotel, com o operador de máquinas Antônio Del Rigo, 32, e uma valise com os R$ 13.500.
Del Rigo afirma ter recebido o dinheiro de uma pessoa conhecida por Cumpa, em um bar de Cuiabá (MT). Sua missão, pela qual receberia R$ 1.500, era entregar o dinheiro a Sandrino em Brasília.
O taxista nega. Disse que pegou Del Rigo em um hotel e parou para abastecer o carro com R$ 50 do cliente. Ao ouvir que a nota era falsa, teria voltado para devolver o dinheiro a Sandrino.
(PSP)

Texto Anterior: Governo faz levantamento sobre 'brasiguaios' em situação irregular
Próximo Texto: Avenida de SP vai ter plantio de mil árvores
Índice


Clique aqui para deixar comentários e sugestões para o ombudsman.


Copyright Empresa Folha da Manhã S/A. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folhapress.