São Paulo, quarta-feira, 24 de março de 2010

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FORENSES

COLEÇÃO
Para embasar a tese de que Isabella Nardoni foi esganada antes de ser jogada do prédio, o promotor Francisco Cembranelli levou ao plenário nove manuais de medicina legal.

SILÊNCIO, POR FAVOR
À tarde, o juiz Maurício Fossen parou o julgamento para dar uma bronca na plateia depois de um celular ter tocado. Mais cedo, o telefone de um policial militar que fazia a segurança da sala já havia feito barulho.

APOIO
A autora de novelas Gloria Perez esteve à tarde no Fórum de Santana para assistir ao julgamento. "Senti uma segurança absoluta no depoimento da doutora Renata [delegada Renata Helena Silva Pontes]. Todo o Carnaval tentando desqualificar o que se fez está caindo por terra", afirmou, se referindo ao trabalho da perícia.

LADO DE DENTRO
Depois de passar quatro dias na frente do fórum segurando uma cruz em protesto pela morte de Isabella, André Luiz dos Santos decidiu entrar no plenário e assistir ao julgamento. Na sala, não protestou.

CENÁRIO
As maquetes pedidas pelo promotor foram usadas pela primeira vez, no depoimento da delegada Renata Pontes. Na réplica do apartamento, ela mostrou onde foram achadas manchas de sangue e disse que a criança já entrou sangrando no local. Depois, mostrou aos jurados a réplica do prédio para apontar como é a segurança do edifício e mostrar que não era possível um ladrão ter entrado.

SONO
A promotora aposentada do Ministério Público de São Paulo e professora de direito Stella Kuhlmann foi ao plenário, observou o cansaço do júri e sugeriu em seu Twitter: "Jurados sonolentos: água neles!!!".


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