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Mudanças atingem marcas de Nova York a Paris, que retoma trono de meca da moda

Gucci e Thom Browne trocam cidades-sede de suas grifes para desfilar na França neste verão 2019

Pedro Diniz
São Paulo

Em meio à batalha de likes da temporada de desfiles de verão 2019 no hemisfério norte, a cidade de Paris retomou o trono de meca da moda no circo fashion.

O êxodo de grifes das temporadas de Nova York e Londres, iniciado há três estações, ganhou reforço nesta temporada com a entrada da Gucci no calendário parisiense.

A marca que arrasta fiéis compradores com uma estética de brechó, em uma mescla do visual hippie dos anos 1970 com o urbano dos 1990, dará uma pausa da semana de Milão para desfilar no Le Palace, teatro que serviu de casa para uma das discotecas mais famosas dos anos 1980.

É também em clima de festa que Paris receberá Thom Browne, considerado um dos melhores designers de moda masculina, recém-saído da semana de Nova York.

 

Ainda que seja uma das principais lançadoras de nomes no mercado de moda, a cidade americana virou, para algumas marcas, espelho de uma moda estritamente comercial que muitas vezes é vista mais como espetáculo de celebridades do que como inovação.

Nesse tabuleiro de egos e organizadores cada vez mais competitivos, Manhattan aposta em sangue novo e no legado de suas marcas.

 
 

Enquanto o jovem Wes Gordon, 31, lançará a primeira coleção de prêt-à-porter da grife Carolina Herrera, após a aposentadoria da estilista homônima, na segunda (10), Ralph Lauren, 78, desfilou, na última sexta (7), no Central Park. 

 

Ele festejou 50 anos de sua marca para mostrar que ainda é peça importante da resistência do calendário americano.

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