Descrição de chapéu Moda

Cartier relança relógio de pulso original criado para Santos Dumont

Peça pioneira foi dada de presente por Louis Cartier e revolucionou história da relojoaria

Montagem da Cartier para relançar o relógios Santos Dumont, primeiro acessório de pulso da história dado de presente por Louis Cartier ao aviador brasileiro

Montagem da Cartier para relançar o relógios Santos Dumont, primeiro acessório de pulso da história dado de presente por Louis Cartier ao aviador brasileiro Divulgação

Pedro Diniz
Genebra

Ícone da relojoaria mundial, o relógio de pulso dado de presente por Louis Cartier (1875-1942) ao aviador brasileiro Santos Dumont (1873-1932) foi relançado em seu desenho original no último Salão Internacional de Alta-Relojoaria, em Genebra.

A Cartier já havia lançado versões da peça histórica, a primeira criada para homens, em 1904, mas só agora reproduz as dimensões fidedignas e os materiais usados na confecção da peça identificada pelos números romanos, as curvas laterais que reverenciam a torre Eiffel, a caixa pequena e a coroa adornada com safira.

 

Feita sob medida para caber nos pulsos do pai da aviação, a peça corrigiu um problema para Santos Dumont, que não queria ficar tirando do bolso o relógio enquanto voava.

Dizem que o tamanho e a forma combinavam com o look de Dumont, sempre trajado com colete, chapéu, golas altas e calças pregoadas. 

Cartier só lançou a peça comercialmente em 1911, porque a elite francesa não tirava os olhos dos pulsos do mineiro.

Uma das poucas intervenções na renovação do relógio Santos-Dumont é uma tecnologia patenteada para relógios de quartzo, que têm a bateria mais longeva do mercado, com seis anos de duração.

Por não ser mecânico, o relógio chegará ao Brasil por cerca de R$ 40 mil, quase um preço amigável se comparado ao padrão desse mercado que não tem o céu como limite.

O jornalista viajou a convite do Grupo Richemont

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