Descrição de chapéu Artes Cênicas

Prêmio Shell do Rio faz cerimônia virtual para anunciar vencedores

Foi a primeira vez que a premiação de teatro foi suspensa desde a sua criação

São Paulo

A cerimônia do 32ª Prêmio Shell de Teatro no Rio de Janeiro estava marcada para 17 de março no Copacabana Palace, mas foi cancelada por causa da pandemia de coronavírus.

Em seu lugar, a premiação ocorreu virtualmente e foi apresentada por Vilma Melo e Leopoldo Pacheco, em vídeo de 18 minutos, divulgado na noite desta quinta (16).

Atores Vilma Melo e Leopoldo Pacheco apresentam Prêmio Shell
Atores Vilma Melo e Leopoldo Pacheco apresentam Prêmio Shell-RJ - Reprodução

Foi a primeira vez que a noite da cerimônia presencial foi suspensa desde a sua criação, em 1988.

O formato inusitado da premiação gerou comentários irônicos de quem assistiu pelo YouTube. "Primeira vez que eu pude ir numa cerimônia do prêmio Shell", escreveu o usuário Pedro Henrique. ​

A cerimônia paulista do Prêmio Shell foi realizada no diz 10 de março. Na ocasião, os artistas pediram mais patrocínio para a área.

Confira a lista com os vencedores:

Iluminação

  • Rogério Wiltgen por “A Cor Púrpura - O Musical”
  • Luiz Paulo Nenen por “Kondima – Sobre Travessias”
  • Paulo Denizot por “Histórias Veladas”
  • Ana Luzia de Simoni por “Homem Feito”

Figurino

  • Wanderley Gomes por “Oboró - Masculinidades Negras”
  • Marina Franco por “Antes que a Definitiva Noite se Espalhe em Latinoamérica”
  • Tiago Ribeiro por “As Comadres”
  • Ronaldo Fraga por “Nastácia”

Dramaturgia

  • Adalberto Neto por “Oboró - Masculinidades Negras”
  • Pedro Kosovski por “Eu, Moby Dick”
  • Pedro Paulo Rangel por “O Ator e o Lobo”
  • Lucília de Assis por “Não Peça"

Direção

  • Miwa Yanagizawa por “Nastácia”
  • Fernando Philbert por “Todas as Coisas Maravilhosas”
  • Ricardo Santos por "O Rinoceronte”
  • Marcio Abreu por “Por que Não Vivemos?”

Ator

  • Ricardo Kosovski por “Maracanã”
  • Kiko Mascarenhas por “Todas as Coisas Maravilhosas”
  • Marcio Nascimento por “Iago”
  • Val Perré por “Solano, Vento Forte Africano”

Atriz

  • Analu Prestes por “As Crianças”
  • Claudia Ventura por “A Verdade”
  • Stela Freitas por “As Crianças”
  • Carine Klimeck por “Giz 9”
  • Letícia Soares por “A Cor Púrpura - O Musical”

Cenário

  • Fernando Mello da Costa por “Solo” (in memoriam)
  • Fernando Mello da Costa por “Maracanã”
  • Marcelo Alvarenga por “Por que Não Vivemos?”
  • Ronaldo Fraga por “Nastácia”
  • J. C. Serroni por “A Mandrágora”

Música

  • Wladimir Pinheiro por “As Comadres”
  • Dai Ramos por “Os Desertos de Laíde”
  • Beà por “Meus Cabelos de Baobá”
  • Ricco Viana por “Angels in America”

Inovação

  • Terreiro Contemporâneo por abrigar companhias de teatro e dança negras e periféricas, constituindo um quilombo urbano.
  • Companhia Ensaio Aberto pela ocupação e pelo desenvolvimento do Armazém da Utopia.
  • Junio Santos, Luiz Antônio Rocha e Richard Riguetti pela realização de “Paulo Freire, o Andarilho da Utopia”, que dissemina a obra do renomado educador brasileiro em teatros e espaços públicos.
  • Frente Teatro RJ pela proposta de atuação em rede, articulação e descentralização da produção teatral no Rio de Janeiro.
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